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OBESIDADE: Uma Questão de Saúde Pública

A obesidade já é considerada uma questão de saúde pública e está associada a diversos outros problemas crônicos de saúde. No Dia Mundial da Obesidade, vamos conhecer mais sobre este problema que acomete cada dia mais brasileiros e já é considerado uma doença crônica.

No dia 4 de março é celebrado o Dia Mundial da Obesidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é definida como o excesso de gordura corporal em quantidade determinante para prejuízos à saúde do ser humano. A doença atinge, em média, 650 milhões de pessoas em todo o mundo, e a data foi criada para incentivar tratamentos e soluções práticas para a conquista de uma melhor qualidade de vida para todos. No Brasil, o número de indivíduos obesos chega a 20 milhões e o problema já é considerado uma pandemia.

Mas, apesar de serem as primeiras coisas que vêm à nossa cabeça quando pensamos na doença, engana-se quem acredita que a obesidade está unicamente associada à má alimentação e ao sedentarismo. A condição é considerada multifatorial e frequentemente está relacionada a outras doenças crônicas, o que a torna um verdadeiro problema de saúde pública.

Além disso, a obesidade representa um fator de risco para outros problemas graves de saúde, como a diabetes tipo 2, esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado), aumento do colesterol, doenças cardiovasculares e hipertensão.

E como a educação é essencial para a prevenção de doenças, vamos conhecer mais sobre este assunto tão importante:

Como se define a obesidade?

Normalmente utiliza-se o índice de massa corpórea (IMC) – calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura ao quadrado – para definir obesidade. Pessoas cujo IMC é superior a 30 são consideradas obesas. 

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O resultado do IMC também é utilizado para conhecer os riscos de desenvolver outras doenças, uma vez que quanto maior é o valor do IMC, potencialmente maior também é a quantidade de gordura acumulada no corpo e o risco de desenvolver pressão alta, diabetes e doenças cardiovasculares.

Entre seus dados na calculadora de IMC e veja se você está acima do peso.

Quais são as causas da obesidade?

Como já salientamos antes, a obesidade é um problema multifatorial. Entretanto, a principal causa da obesidade é uma dieta rica açúcares, gorduras e carboidratos, o que pode levar ao acúmulo de peso e excesso de gordura corporal. Uma dieta desequilibrada aliada a uma rotina sedentária pode levar a um quadro ainda mais grave. Mas essas não são as únicas causas da doença.

A hereditariedade também é fator importante já que é possível herdar a predisposição genética à obesidade, especialmente se os pais forem obesos. Questões psicológicas (advindas, por exemplo, do estresse), podem levar uma pessoa a desenvolver um relacionamento pouco saudável com o alimento (compulsão alimentar). Da mesma forma, problemas hormonais também interferem diretamente no peso e metabolismo das pessoas, sendo mais comum em mulheres.

Portanto, é necessário estar atento se você possui tendência para desenvolver o quadro e acompanhar sua saúde de perto. Embora o excesso de gordura corporal não necessariamente acarrete sintomas diretos, cansaço frequente, aumento considerável da circunferência abdominal, episódios corriqueiros de apneia do sono, e dificuldade de locomoção acompanham casos de obesidade. Além disso, a obesidade sobrecarrega a coluna vertebral e os membros inferiores, o que pode acarretar problemas nas articulações destes membros, além de varizes, úlceras e fungos e infecções de pele nas dobras de gordura.

Como tratar a obesidade

A obesidade é um problema multifatorial e o melhor curso de tratamento requer o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar.  Uma equipe encabeçada pelo médico endocrinologista, mas que conta com nutricionista, fisioterapeuta e psicólogo é o ideal para cuidar dos múltiplos fatores que podem estar causando a obesidade no paciente, como a má alimentação, o sedentarismo, entre outros hábitos.

Casos leves de obesidade requerem que o paciente faça uma reeducação alimentar, além da prática regular de exercícios físicos, que são os primeiros passos para a melhora do quadro. As atividades físicas podem proporcionar às pessoas obesas o aumento da ação da insulina, diminuição do apetite e a melhora no bem-estar geral e na sua autoestima.

Em casos mais graves de obesidade, pode haver a necessidade do uso de medicação para obesidade e de intervenções cirúrgicas, como a cirurgia bariátrica. O mais importante, de início, é entender que, para enfrentar a obesidade, será necessária uma mudança imediata de estilo de vida.

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A obesidade infantil

A obesidade não é um problema exclusivo de adultos. Segundo dados da Fiocruz, cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem com a obesidade no Brasil. Em geral, as crianças ganham peso com facilidade por diversos fatores como inclinação genética, hábitos alimentares errados, sedentarismo, distúrbios psicológicos, dentre outros.

As principais recomendações para driblar a situação e garantir que essas crianças e adolescentes cresçam como adultos saudáveis são: consumir pelo menos cinco porções de frutas e legumes diariamente, praticar atividades físicas moderadas ou intensas por uma hora todos os dias e não deixar que o consumo de alimentos ultra processados faça parte da alimentação do dia a dia.

Obesidade e autoestima

Para além das questões de ordem física, a obesidade afeta diretamente a autoestima das pessoas que sofrem com este problema. Isso porque o padrão de beleza mais aceito é o de um corpo magro e bem definido. Daí a importância do acompanhamento psicológico durante todo o tratamento de obesidade. O profissional poderá entender questões emocionais e psicológicas que podem ter levado a pessoa ao desenvolvimento ou aprofundamento do quadro e até dificultar o sucesso do tratamento.

A obesidade é um problema de saúde pública e a data (04 de março) é dedicada a falar sobre esta doença crônica sem rótulos ou tabus, conscientizando sobre o problema e incentivando hábitos saudáveis, que, a longo prazo, podem resultar na diminuição do número de pessoas acometidas pela doença e um alívio para o sistema público de saúde.

Se você está obeso, com sobrepeso ou sente que precisa de ajuda para alcançar um peso saudável, a equipe do Centro Integrado AKTA Liv de Endocrinologia pode te ajudar. Entre em contato conosco e agende sua consulta com um dos nossos endocrinologistas.

Dr. Ana Priscila Soggia - Endocrinologista

Dra. Renata Gonçalves - endocrinologista

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No Centro Terapêutico AKTA Liv trabalhamos com pacientes que apresentam problemas hormonais, transtornos alimentares, obesos, com sobrepeso e com morbidades relacionadas ao excesso de gordura. Todos os nossos tratamentos focam na perda e manutenção de peso a partir da adoção de hábitos de vida saudáveis, melhora da autoestima e, consequentemente, saúde e bem estar.

Para alcançar estes resultados contamos com uma equipe multidisciplinar de profissionais em diversas áreas como endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos e fisioterapeuta, já que entendemos que cada paciente é único e requerem uma proposta personalizada de tratamento.

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