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Efeitos Psicológicos da Pandemia na Saúde Mental do Brasileiro

Após um ano do início da pandemia pelo coronavírus no Brasil os efeitos psicológicos associados a este momento difícil têm sido avassaladores para muitos.

Em março de 2020 os brasileiros passavam a utilizar palavras que antes não faziam parte do nosso vocabulário usual – pandemia, corona vírus, covid 19, lockdown, quarenta, home office. Neste período, tanto pessoas que antes já sofriam de alguma doença psicológica como ansiedade, depressão, e síndrome do pânico, como pessoas que nunca manifestaram este tipo de problema sofreram com os efeitos psicológicos da pandemia. Os primeiros meses foram angustiantes e muitos profissionais da área trabalharam incansavelmente para atender à nova demanda. Muitos profissionais se ofereceram para atender novos pacientes pro bono, como foi o caso do Instituto de Psicologia da USP e da iniciativa Experiência de Escuta.

Pessoas perderam seus empregos, muitos perderam pessoas próximas, outras tiveram que se reinventar na sua profissão. Muitos se viram trabalhando em home office enquanto estudavam com os filhos em EAD, cuidavam da casa e se preocupavam com os cuidados com pais e parentes idosos. E o que dizer dos efeitos psicológicos da pandemia sobre as crianças, que passaram quase um ano longe de seus amigos e parentes, estudando online, e sem oportunidades de manterem-se fisicamente ativas.

Os sentimentos generalizados de medo, confusão, incerteza e luta foram, em diversos momentos, avassaladores.

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Efeitos psicológicos da pandemia na saúde mental

Já é consenso entre profissionais da saúde que os brasileiros ainda sofrerão com os efeitos psicológicos da pandemia no longo prazo. Os dados coletados nos mais de 4 mil atendimentos realizados pela iniciativa Experiência de Escuta durante os primeiros 5 meses de pandemia, foi possível compreender os impactos psicológicos da pandemia na saúde mental dos brasileiros.

Num primeiro momento, após o anúncio da pandemia e das primeiras medidas de combate à disseminação do vírus, a maioria das consultas envolvia sintomas de ansiedade, causada pela surpresa com o surgimento de uma doença desconhecida, medo e preocupação com o futuro. Nesta fase, pessoas que já sofriam de algum tipo de transtorno mental viram seus quadros se agravarem.  

Algum tempo vivendo nas novas condições fez com que novas questões surgissem. A dificuldade trazida pelo desemprego de muitos, o trabalho em home office de outros, convivência intensiva com a família nuclear sem a possibilidade de convivência fora de casa, intensificaram casos de stress, violência doméstica e crises de pânico.

Com o prolongamento do estado de pandemia sem sinais de melhora, os profissionais do Experiencia Escuta relataram um agravamento dos transtornos mentais e a necessidade de encaminhamento para tratamentos de longa duração. Nesta fase, sentimentos de raiva, desespero e pânico foram constantes, com agravamento de casos depressivos, aumento do uso de álcool e drogas e de pensamentos suicidas. Nesta fase também aumentam os números de violência doméstica.

Com o passar de alguns meses em estado maior de vigilância, a chegada da primavera e verão trouxeram uma flexibilização das regras de socialização. Associada à possibilidade do desenvolvimento de uma vacina e à estafa dos longos meses de isolamento, o medo se transformou em um processo de negação dos perigos do vírus.

Este processo de negação e ânsia por voltar à normalidade pré-pandemia contribuíram para a doença alcançasse número recorde com mais de 12 milhões de contaminações confirmadas, com um alarmante numero de mortos e pacientes com sequelas que, ainda não se sabe se de caráter permanente ou temporária.

Um ano após o início do isolamento social, cidades e estados novamente adotam medidas restritivas como forma de mitigar os altos índices de transmissão do coronavírus. Os efeitos psicológicos da pandemia não apenas perduram, como se aprofundam e acometem mais pessoas a cada nova fase de combate ao vírus.

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Lidando com os efeitos psicológicos da pandemia

Uma das questões mais importantes para lidar com os efeitos psicológicos da pandemia é entender que o isolamento social não precisa significar isolamento psicológico. Criar uma rotina que permita a conexão com amigos e familiares através de aplicativos de áudio e vídeo pode fazer uma grande diferença na rotina de pessoas que sofrem com questões psicológicas.

Além disso, descobrir outras atividades que tragam sentimentos de satisfação pessoal, alegria e que permitam movimentar o corpo também contribuem para que o isolamento seja mais tolerável. Manter o corpo ativo, se alimentar com comidas saudáveis, tomar sol, fazer cursos online, ler livros do seu interesse e praticar meditação são recomendações dos profissionais de saúde. Importa ainda ressaltar que adultos, crianças e idosos estão igualmente sujeitos aos desequilíbrios emocionais potencializados pela pandemia.

Embora reações emocionais durante este período de pandemia sejam normais, sintomas de ansiedade e depressão não devem ser desconsiderados.  Segundo Jair de Jesus Mari, médico psiquiatra e chefe do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp):

“A ansiedade preocupa quando o foco de apreensão expande os limites relacionados com a pandemia, ela invade outras faces da vida como a familiar, conjugal e profissional. Na depressão, o indivíduo deixa de ter interesse pelas atividades que gostava, é invadido por intensa tristeza, sente uma irritabilidade incontrolável, sensação de fadiga, desgaste emocional, insônia, pensamentos negativos e até ideias de que não vale a pena viver. É muito comum a coexistência de sintomas depressivos e de ansiedade. Quando a ansiedade e a depressão começam a afetar a funcionalidade, é sinal que se deve buscar ajuda profissional qualificada”. 

Jair de Jesus Mari - Chefe do dep. de psiquiatria da epm/unifesp

Enquanto o mundo espera pela vacinação em massa e o fim dessa pandemia, não deixe de cuidar da saúde física e mental. Procure um profissional qualificado para te ajudar a gerenciar as preocupações, os medos ou o luto que esteja passando – os efeitos psicológicos da pandemia não devem ser ignorados.

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