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Tireoidite de Hashimoto – Dieta pode ajudar?

Você já deve ter ouvido falar em tireoidite de Hashimoto. Também conhecida como doença de Hashimoto, ela é uma doença autoimune que afeta a glândula tireoide. Leia o nosso blog para saber mais sobre as principais causas e fatores de risco, diagnóstico e tratamento, bem como o papel da alimentação na melhora da qualidade de vida do portador dessa doença.

A tireoidite de Hashimoto foi cunhada em homenagem ao médico-cirurgião japonês Dr. Hakaru Hashimoto, primeiro a publicar uma descrição da doença em 1912 a partir da avaliação de 4 pacientes que apresentavam os mesmos sintomas.

A tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune que afeta a tireoide, ou seja, o próprio organismo do paciente produz anticorpos contra a glândula. Isso leva a um estágio inicial de inflamação da glândula tireoide e, em último caso, à sua destruição pela ação dos anticorpos.

Com a ação dos anticorpos na glândula tireoide, a tireoidite de Hashimoto leva à diminuição da função tireoidiana, o que leva ao desequilíbrio da produção dos hormônios T3 e T4.

Também conhecida como tireoidite linfocítica crônica, a tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune, considerada o tipo mais frequente de tireoidite, e a causa mais comum de hipotiroidismo no Brasil. Cerca de 50% dos pacientes apresentam a tireoide hipoativa (hipotireoidismo). Para o restante dos pacientes, a glândula pode funcionar normalmente ou, em casos mais raros estar hiperativa (hipertireoidismo).

Continue lendo abaixo para saber sobre as causas, sintomas e tratamentos para a tireoidite de Hashimoto.

O que causa a tireoidite de Hashimoto

A medicina ainda não sabe ao certo a causa exata da doença, mas como tantas outras doenças autoimunes, ela pode estar ligada a fatores genéticos através da predisposição ao desenvolvimento de doenças autoimunes.

Mas fatores ambientais também podem ter um papel no surgimento da tireoidite de Hashimoto, como: excesso ou deficiência de nutrientes (como o iodo) e exposição a metais pesados e toxinas (incluindo disruptores endócrinos como bisfenóis, ftalatos e pesticidas).

Os fatores de risco para a tireoidite de Hashimoto incluem:

  • Predisposição genética;
  • Portadores de anomalias cromossômicas como síndrome de Down, síndrome de Turner e síndrome de Klinefelter;
  • Infecção por vírus ou bactéria;
  • Outras alterações endócrinas como diabetes tipo 1, problemas na glândula adrenal e paratireoides, artrite reumatoide e outras doenças autoimunes.

Além desses fatores, é importante notar que a tireoidite de Hashimoto é mais prevalente entre mulheres (de 5 a 8 vezes mais do que entre homens) e que o risco de aparecimento da doença aumenta com a idade.

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Sintomas

A doença possui evolução lenta e pode ir destruindo as células da tireoide ao longo de anos antes de apresentar os primeiros sintomas clínicos. De acordo com dados da SBEM, apenas de 3-5% dos indivíduos que apresentam anticorpos para a doença a cada ano desenvolvem um quadro de hipotireoidismo.

Os sintomas de hipotireoidismo costumam aparecer anos após a instalação da doença.

  • Cansaço,
  • Depressão,
  • Fadiga,
  • Sonolência,
  • Diminuição do apetite,
  • Ganho de peso,
  • Sensibilidade ao frio,
  • Redução da frequência cardíaca,
  • Cabelos e unhas fracos,
  • Bócio (crescimento da tireoide),
  • Câimbras,
  • Alterações menstruais, e
  • Alteração na potência e libido (homens), dentre outros.

Diagnóstico

A tireoidite de Hashimoto é geralmente diagnosticada quando ainda não apresenta sintomas clínicos, através do exame de dosagem do TSH para detecção e quantificação de autoanticorpos tireoidianos, conhecidos como anti-TPO e anti-TG.

Além desse, o exame de ultrassonografia também ajuda a fechar um diagnostico com base nas imagens das lesões causadas pela ação dos anticorpos na tireoide.

Entretanto, caso você apresente alguns dos sintomas citados aqui sem que tenha sido diagnosticado com algum desequilíbrio tireoidiano anteriormente, procure a ajuda de um médico endocrinologista para realizar os exames e confirmar ou descartar a doença de Hashimoto.

Tratamento

O tratamento da tireoidite de Hashimoto é através da reposição dos hormônios pelo resto da vida. É importante ressaltar que o tratamento não trata a doença propriamente dita, mas sim o resultado da doença no organismo, que é o desequilíbrio na produção dos hormônios tireoidianos em virtude do ataque da glândula pelos anticorpos do paciente.

Como a progressão dos efeitos da tireoidite de Hashimoto são progressivos, o acompanhamento periódico com o endocrinologista é necessário para o ajuste da dosagem de acordo com o nível do hormônio no organismo do paciente.

Tireoidite de Hashimoto e alimentação

 Por se tratar de uma doença autoimune, ao falarmos em qualidade de vida para os portadores da tireoidite de Hashimoto, devemos pensar no impacto da alimentação da imunidade. Uma dieta equilibrada, que contenha uma variedade de frutas, legumes, verduras e proteínas tem impacto positivo na saúde da tireoide

Alimentos importantes para portadores de tireoidite de Hashimoto

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Carnes magras – O consumo de carne, principalmente a bovina, é recomendado para os portadores da doença, pois é rica em tirosina, um aminoácido essencial para o sistema nervoso.

Ovo – O consumo de ovo, leite e derivados também é recomendado. Porém, a ingestão deve ser feita com cuidado e acompanhamento de um nutricionista, pois pacientes com doença de Hashimoto são mais suscetíveis ao desenvolvimento intolerância à lactose.

Oleaginosas – As oleaginosas, como castanha de caju, azeite de oliva e ômega 3 também trazem benefícios.

A melhor forma de tratar os desequilíbrios da tireoide e garantir uma melhor qualidade de vida para o paciente é através do acompanhamento conjunto com o médico endocrinologista e com o nutricionista. Enquanto o endocrinologista fará o acompanhamento dos níveis hormonais e ajuste da reposição hormonal, o nutricionista trabalhará com ele na adequação da dieta específica para as necessidades daquele paciente em todas as fases da sua vida, já que o tratamento para a tireoidite de Hashimoto será para o resto da vida.

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