Dicas do que observar na hora de comprar e consumir alimentos

Cada dia mais, a população está preocupada com a sua saúde e busca uma alimentação mais saudável com aumento do consumo de alimentos saudáveis.

Muitos desses alimentos procurados são industrializados e é preciso ficar atento porque nem todos são realmente saudáveis como anunciados. Por isso, é importante analisar o rótulo, informação nutricional e ingredientes do produto.

Mas o que se deve analisar então?

É fundamental verificar o rótulo do produto para saber as informações nutricionais e a sua composição em relação a quantidade de macronutrientes fundamentais: proteínas, carboidratos e gorduras. Vale ressaltar que a porção na embalagem leva em consideração uma dieta de 2000 calorias, ou seja, a porção do produto não é a mesma para todos porque varia de acordo com a necessidade nutricional individual.

Outra dica importante é olhar os ingredientes: eles estão descritos por ordem de quantidade, ou seja, o primeiro ingrediente é sempre o que tem em maior quantidade no produto.

É preciso destacar também que nem sempre um produto light ou diet é saudável, logo cuidado com os abusos no consumo. Muitos desses produtos são feitos para uma dieta específica (sem açúcar, com menos carboidratos, com menos sódio) e costumam ter mais gorduras, por isso não são indicados para todas as pessoas. O consumo desses alimentos deve atender a sua necessidade nutricional.

Por fim, a maioria dos alimentos industrializados é rica em conservantes, corantes, sódio, gordura e aditivos alimentares. Portanto, o ideal é buscar aumentar o consumo de alimentos in natura, ou seja, alimentos naturais que são ricos em vitaminas e minerais. Mas se for comprar e consumir alimentos industrializados fique atento nas informações nutricionais e ingredientes. Sempre opte pelos produtos com menos ingredientes, que serão mais naturais e saudáveis.

 

Dra Mayara Vieira Benetti

Nutricionista do Centro Terapêutico AKTA Liv

CRN 40.996

 

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Atividade Física

Nutrição e Prática de Atividade Física na Terceira Idade

A medida que a expectativa de vida da população aumenta, cresce também a preocupação quanto a qualidade de vida dos idosos, principalmente no que se refere a sua saúde. A atividade física possui um papel fundamental na melhora da saúde dos indivíduos que chegam à Terceira Idade, ao promover o fortalecimento de todo o organismo e prevenir doenças.

A prática regular de atividade física beneficia variáveis fisiológicas, psicológicas e sociais como:

– Aumento da força muscular;

– Aprimoramento da flexibilidade e amplitude de movimentos;

– Diminuição do percentual de gordura,

– Redução dos fatores que causam quedas;

– Redução da resistência à insulina, prevenção e controle o diabetes;

– Manutenção ou melhora da densidade corporal óssea diminuindo o risco de osteoporose e melhora da postura.

– Produção do hormônio endorfina que promove sensação de bem estar;

– Redução do estresse e Ansiedade;

– Melhora da auto-estima e da capacidade de memorização;

– Papel na prevenção de doenças degenerativas como o Alzheimer.

A alimentação aplicada à atividade física tem como objetivo promover saúde, retardar a fadiga e o cansaço, auxiliar na recuperação de lesões ou traumas e promover o aumento da massa muscular.

Em relação à nutrição, nessa fase da vida a pirâmide alimentar passa por algumas modificações:

– A ingestão de sal deve ser reduzida para evitar a retenção de líquidos e o aumento da pressão arterial (hipertensão);

– Deve-se diminuir a ingestão de açúcares devido ao diabetes e ao acúmulo de gordura na região abdominal. Indica-se o consumo dos carboidratos integrais e de baixo índice glicêmico como o pão integral, batata doce, aveia, feijões, ervilha, lentilha;

– Consumir frutas nas porções adequadas a cada indivíduo;

– Diminuir o consumo de carne vermelha para reduzir a ingesta de gorduras saturadas, melhorar a função renal e o processo de digestão.

– Aumentar a ingestão de cálcio e vitaminas D (sendo que a exposição solar moderada é uma fonte altamente recomendável) e B-12;

– Elevar o consumo de fibras para melhorar a função intestinal e aumentar a saciedade.

 

Uma frequente preocupação do idoso ao iniciar um programa de atividades físicas é o de sofrer uma queda ou de passar mal durante a atividade, por isso reforçamos a importância de se fazer uma avaliação médica antes de iniciar qualquer atividade,  juntamente com a prescrição de um cardápio específico as necessidades individuais, considerando as alterações que ocorrem no organismo nessa fase da vida, e dos medicamentos utilizados.  O cardápio deve ser elaborado por uma nutricionista  e o planejamento de um treino específico deve ser realizado por um profissional de Educação Física.

 

Dra Ana Maria Delospital

Nutricionista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRN 17.279

 

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Envelhecimento e Ganho de Peso

Já repararam o quanto é frequente a tendência de ganho de peso após os 40 anos? Principalmente com predomínio da gordura abdominal.

Isso ocorre por diversos fatores, alguns que fazem parte do envelhecimento natural e outros associados aos hábitos de vida.

Em relação a nossa genética e ao tempo, há um processo de perda de massa magra (músculos) progressivo, que se inicia principalmente após os 30 anos de idade e torna-se mais evidente conforme as décadas passam. Perdemos cerca de 0,5 a 1% de massa magra ao ano, e por volta dos 60 anos, isso se acentua, chegando de 1 a 1,5% ao ano.

Ao perder músculos, reduzimos o nosso gasto de energia diário, já que o músculo é responsável pelo consumo dos lipídios (gordura) em repouso, que chamamos de metabolismo basal. Além disso, ocorre também enfraquecimento muscular e maior risco de quedas, fraturas, redução de agilidade motora, dores. Conforme a musculatura reduz, gastamos menos energia por dia para nos mantermos vivos, e assim precisaríamos comer cada vez menos para manter o peso, já que a energia que sobra é acumulada em gordura.

Com a perda de massa muscular e aumento da gordura corporal, aumentamos o risco de desenvolver várias doenças, e ainda temos mais facilidade de engordar, necessitando de uma dieta cada vez mais restrita se não quisermos aumentar o número da balança.

Além disso, nossos hormônios também reduzem sua eficiência. Eles são responsáveis também por manter nosso metabolismo mais rápido, por formar músculos e direcionar a gordura para locais específicos. Com menos hormônios femininos naturais por exemplo, como na menopausa, a mulher perde parte da capacidade de distribuir a gordura em locais femininos, como os glúteos, e começa a acumular mais gordura no abdômen e também nos órgãos, a chamada gordura visceral, que pode causar doenças infarto do miocárdio, diabetes, esteatose hepática, AVC,  entre outras situações que irão prejudicar nossa saúde.

Além desses fatores, há o comportamento, aquele hábito da pizza no dia mais cansativo, a correria que faz abandonar o exercício para dar atenção aos filhos, a facilidade da comida pronta e calórica não nutritiva, associada ao sabor de fácil costume dos alimentos mais gordurosos e açucarados, podem levar muita gente a chegar nessa faixa etária com esses hábitos e por consequência ganharem ainda mais peso.

 

É importante lembrar que na terceira idade ocorre uma mudança no que é considerado normal 

Há alteração nos valores de circunferência abdominal e IMC que são considerados normais nos idosos.

 

E como mudar isso e não sofrer com os quilos extras “da idade”?

Uma grande estratégia é encaixar atividade física na sua vida, que fará com que os músculos se mantenham ou aumentem, não deixando seu metabolismo diminuir. Para que isso seja mais eficaz, é fundamental uma alimentação equilibrada a fim de que sejam fornecidos os nutrientes adequados para a massa muscular e reduzir os excessos que se transformam em gordura.

Para que tudo isso aconteça recomenda-se buscar orientação profissional de uma equipe especializada no assunto sempre que possível para melhor segurança e eficácia nos seus resultados, já que os profissionais podem te ajudar como se exercitar, se alimentar melhor, trocar os hábitos e cuidar das eventuais doenças e características do seu corpo com todo o profissionalismo e conhecimento necessário.

 

Dra Renata Gonçalves Campos

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 135.847

 

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Existe criança mal comportada?

Como é desconcertante para os pais quando seus filhos aprontam uma birra em lugares públicos ou mesmo dentro de casa.  É necessário que os adultos estejam atentos aos fatores desencadeantes destes comportamentos, que podem ser desde um pedido de limites, até alguma situação interna de difícil compreensão para a criança, como separação dos pais, perda de algum ente querido ou rompimento de alguma condição anterior que gerou desconforto emocional .

O que fazer quando seu filho se torna um “pequeno  tirano”?

Crianças que são cheias de vontade própria necessitam de disciplina para conhecerem os limites, regras e valores importantes da vida, para assim conquistarem a formação de laços sociais  e familiares.  No entanto, a disciplina não deve ser praticada exclusivamente para os momentos em que ela se porte mal, deve ser algo contínuo para que a mesma aprenda a distinguir entre o certo e o errado.

Primeiro passo é que estejam claras as regras e limites tanto para as crianças como para seus responsáveis que, além de conversarem com os pequenos, deverão praticar as regras e limites juntos, como forma de mostrarem que no mundo adulto também há regras. Assim todos ganham quando a criança aprende a ter autocontrole, o que favorece o convívio familiar e social.  Quando estabelecido, por exemplo,  retirar a televisão ou um determinado brinquedo, é importante que essa consequência, que já foi acordada com a criança, seja cumprida pelos pais ou responsáveis.  Assim as crianças percebem que não podem contornar as regras e nem avançar os limites, sem ter que lidar com as consequências.

Esta nunca foi uma tarefa fácil, e de fato não é. Exige persistência,  mas no final perceberão que valeu a pena !

Atitudes que demonstrem que as vontades da criança não são soberanas e devem  ser submetidas a vontade do outro, como ensinar a criança a respeitar os coleguinhas e adultos, aprender a usar as palavras “por favor” e “muito obrigado”, ajudarão as crianças a entrarem em um padrão de comportamento que prevê um tempo de  espera  para as coisas acontecerem, o que  pode evitar crises de choro ou gritos. Muitas vezes, devido ao desenvolvimento emocional próprio da idade da criança, os momentos de choro são inevitáveis. Os adultos devem se abaixar na altura dos filhos, falar em tom mais baixo e demonstrar que podem conversar assim que a criança se acalmar. As crianças observam e copiam, tudo aquilo que está ao seu redor,  por isso se estiver sempre a gritar com elas , vão pensar que não há nada de errado com isso e serão certamente um espelho, repetindo o comportamento na escola e com os pais. Você pode dizer que enquanto estiver chorando ou gritando, ela não será ouvida. É importante que a criança possa falar e expressar-se, mas sempre com respeito pelo outro.

Procure usar sim em vez de não. Devemos focar no comportamento que queremos ver ao invés daquele que não queremos pois é mais fácil para a criança aprender. Por exemplo, em vez de dizer “ não coloque  os brinquedos na mesa”  diga  “coloque os brinquedos aqui no chão” .

A dica para os pais é: mantenham-se firmes com as regras e limites já estabelecidos. Isso não quer dizer que não possam ser feitos novos e mais assertivos combinados com a criança, mas que o empenho deve ser primeiro dos pais em irem até o final com disciplina, porque no momento em que os pais cedem, a criança vai voltará a testar os limites.

Outro ponto importante é o afeto. Quando os pais estabelecem as regras e limites, as crianças geralmente perguntam ou pensam que não são mais amadas. Ser firme não significa que os pais não gostam dela; então pais, procurem esclarecer que o que vocês desaprovaram foi o comportamento, que vocês não gostaram das atitudes ou das palavras e mostrem que a disciplina não fará com que gostem menos dela. Assim os pais devem dizer o quanto gostam dela e dar-lhes um abraço depois de chamar a atenção.

E lembrem-se pais, que vocês são autoridade, devem exercê-la com responsabilidade e amor, e os filhos estarão seguros com pais que sabem ensinar os limites, porque eles formarão uma rede de proteção.

Pais fiquem atentos para alguns comportamentos persistentes que demonstrem indisciplina e procurem a ajuda de um psicólogo para avaliar. As crianças estão em desenvolvimento e formação, portanto uma fase que apresenta condições favoráveis a intervenções terapêuticas com bons resultados.

 

Karen Maciel Tomac

Psicóloga especialista em atendimento Infantil e integrante da equipe do Centro Terapêutico Akta Liv

CRP: 06/48802

 

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