Sono, Obesidade e Melatonina

Nosso organismo tem um relógio biológico capaz de reconhecer e antecipar o nascer e o pôr do sol, fazendo com que ocorram variações em nossas funções fisiológicas. Chamamos esse relógio de ritmo circadiano e sua ritmicidade é mantida precisamente em 24 horas. Logo, a exposição a luz durante o dia e o escuro durante a noite, são importantes fatores para manutenção desse relógio biológico. Diversos hormônios são secretados de acordo com o ritmo circadiano, como o GH (hormônio do crescimento), cortisol e melatonina.

A exposição noturna a luz artificial altera o ritmo circadiano, aumentando o risco de obesidade, síndrome metabólica e diabetes mellitus, doenças essas relacionadas a resistência a insulina. Um dos hormônios que se encontra reduzido devido a exposição noturna a luz artificial e está relacionado ao aumento dessas doenças é a Melatonina.

A Melatonina é um hormônio produzido pela glândula pineal e está envolvido em muitas ações, entre elas a regulação do relógio biológico e do metabolismo energético. Ela também é um agente antioxidante e anti-inflamatório. Os níveis de melatonina reduzem-se naturalmente com o envelhecimento, no entanto valores muito baixos estão relacionados a resistência a insulina. Baixos níveis de melatonina parecem ser um dos grandes responsáveis pela maior prevalência de obesidade e síndrome metabólica em trabalhadores noturnos e indivíduos que dormem pouco.

E a reposição de melatonina pode reverter esse quadro?

Estudos em animais mostram excelente resposta a melatonina, com reversão da obesidade e da síndrome metabólica. No entanto, os resultados em humanos ainda são contraditórios, sendo que a melatonina não deve ser indicada para o tratamento de obesidade ou síndrome metabólica neste momento.

Novos estudos são necessários e podem demonstrar o benefício da reposição desse hormônio em casos específicos de obesidade. Por enquanto, a recomendação é estimular a melatonina de forma natural, reduzindo a exposição noturna a luzes artificiais e priorizando uma boa noite de sono.

 

 

Dra Luana Casari da Silva Lima

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 122.397/ RQE 45065

 

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O que é o método Pilates?

O método Pilates foi criado durante a Primeira Guerra Mundial pelo alemão Joseph Pilates (o qual aplicava exercícios com mola para exilados, como ele, no campo de concentração); e tem influências como yoga, ginástica, artes marciais e exercícios praticados pelos antigos gregos e romanos.

Tem como método a “contrologia” ou seja, “equilíbrio entre corpo e mente é a chave para uma saúde sustentável” e tem seis princípios sendo eles: respiração, concentração, controle e fluidez do movimento, precisão e o trabalho dos músculos que estabilizam o tronco chamados de centro do corpo ou CORE. O método visa um fortalecimento global do corpo e melhora de flexibilidade, tendo benefícios comprovados cientificamente, sendo alguns deles:
1) melhora da força muscular;
2) aumento da resistência muscular;
3) flexibilidade;
4) redução do nível de dor em indivíduos em dores lombares;
5) estabilidade postural;
6) melhora do equilíbrio.

O Pilates é indicado para doenças ortopédicas e dores crônicas, podendo ser aplicado em atletas, crianças, gestantes e idosos, e deve ser realizado com a orientação de um profissional capacitado que leve em consideração a necessidade corporal de cada indivíduo e o prepare para suas tarefas do cotidiano, melhorando assim sua saúde e qualidade de vida.

“Com 10 sessões você perceberá a diferença, com 20 sessões os outros irão perceber a diferença e com 30 sessões você ter um novo corpo.” Joseph Pilates.

 

Dr Pedro Angrisani

Coordenador da equipe de Fisioterapia do Centro Terapêutico AKTA Liv

Crefito 3: 150.636 – F

 

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Como Posso Pensar Magro?

Emagreça sua cabeça e consequentemente seu corpo. Sabemos que o pensamento, os desejos e sentimentos influenciam em nossas escolhas. Portanto, o primeiro ponto é encarar o tratamento como um novo estilo de vida, e não apenas uma dieta que tem data para terminar, perceber que os padrões antigos do pensar, impedem qualquer mudança, é preciso quebrar estes padrões que sempre o leva para os mesmos resultados.

Procure pensar nos alimentos, com prazer e não proibição, e aprender a ver os alimentos sem os eleger como indispensáveis. Em vez de dizer que não fica sem chocolate ou preferir o chocolate a uma fruta, pense o quão nutritivo e saudável é aquele alimento que você deseja no momento.

Saboreie os alimentos, gaste tempo em reconhecer os temperos que foram usados, verifique se a temperatura está do seu agrado, e finalmente, dê tempo para o cérebro avisá-lo que está satisfeito.

Lembre-se que mudança exige decisão, novas atitudes e persistência. Ouço em minha experiência clinica pacientes dizerem que nunca imaginariam um dia gostar de verduras, arroz integral ou suco natural e sobre como passaram a gostar depois que tomaram a decisão de mudar o estilo de vida. Você pode descobrir que é possível saborear alimentos que antes pareciam sem gosto e que os alimentos que antes estavam no topo da lista dos indispensáveis, como os doces ou bebidas, podem entrar para o hall dos alimentos que continuam a ser prazerosos, mas agora com uma medida menor e menos prejudicial.

Perceba que a comida não é sua única fonte de prazer na vida e se for, procure se agradar fazendo outras coisas que gosta. Invista em sua vida afetiva e social e use a comida apenas quando sentir fome de verdade.

Não deixe que a alimentação fique no automático. Crie consciência de sua necessidade e aprenda a fazer uma distinção do que sua cabeça está pedindo. Valorize suas qualidades, sua personalidade e sentimentos, procure se perdoar quando perceber que errou. e nunca desista de se dar uma nova chance. Afinal, sua história só pode ser construída através de suas experiências.

O processo de pensar magro faz com que o paciente sinta-se feliz com suas escolhas, sem culpa depois que comeu porque aprendeu a reconhecer seu limite.

Se você estiver cansado de várias tentativas de perda de peso e após um período tem reganho, precisa buscar ajuda profissional, preferencialmente com uma equipe multidisciplinar que o ajudará a reconhecer o que precisa mudar em seu comportamento com a comida.

A terapia comportamental apresenta base científica sólida no tratamento de pessoas com sobrepeso e obesidade, aumentando o sucesso do tratamento dessas doenças crônicas.

O Centro Terapêutico AKTA Liv conta com uma equipe multidisciplinar em que psicólogas, endocrinologistas e nutricionistas atuam juntas no tratamento do excesso de peso.

 

Karen Maciel Tomac

Psicóloga do Centro Terapêutico Akta Liv

CPR 06/48802

 

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Equipe de Fisioterapia Especializada em Ortopedia e Dor

O Centro Terapêutico AKTA Liv agora conta com uma equipe de fisioterapeutas especialistas nas áreas de Ortopedia e Dor Crônica. A estrutura de tratamento e qualidade do trabalho vem da coordenação do fisioterapeuta Pedro Angrisani que atua há 6 anos nas áreas de ortopedia e dor crônica, visando sempre a saúde global do paciente e respeito as características individuais de cada paciente.

Os profissionais se utilizam de técnicas como Pilates, RPG, bandagem funcional, cadeias musculares e correções biomecânicas do movimento de ergonomia ou atividade física para integrar a reabilitação baseada na necessidade de cada paciente. Aplicamos protocolos de reabilitação ortopédica no pré e pós cirúrgico fundamentados em evidências científicas, contando com exercícios e aparelhos de eletroterapia, visando a recuperação da funcionalidade da estrutura lesionada e a volta do paciente as atividades profissionais e físicas.

No tratamento de dores crônicas (aquelas que se formam ao longo de um certo período de sobrecarga muscular e/ou articular), além da eliminação do sintoma que é a dor, torna-se necessário anular os fatores de sobrecarga, por meio da implementação de um novo padrão de movimento que permita com que a parte lesionada não seja mais machucada. Este novo padrão deverá ser aprendido através de exercícios que aumentam a consciência corporal, sendo esta a base de uma reabilitação adequada e estruturada de tal forma que respeite as características da estrutura corporal de cada paciente, além de adaptações as atividades do cotidiano melhorando a postura durante o trabalho, lazer e atividades físicas.

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Perguntas e Respostas: Aleitamento Materno

As vantagens do aleitamento materno são múltiplas e já bastante reconhecidas, sejam a curto, médio ou a longo prazo. Inclusive, a recomendação da Organização Mundial da Saúde é de que a sua prática exclusiva é a melhor maneira de alimentar as crianças até aos seis meses de vida e que o aleitamento deve ser mantido por 2 anos ou mais.

O consumo de água pela mulher deve ser maior durante a gravidez e a lactação?Sim. Na amamentação, o consumo de água deve ser aumentado. O leite materno é composto por 87% de água e as mães fornecem, em média, 750 ml de leite para seus bebês por dia durante a amamentação. A recomendação nesse caso é de que a mulher ingira um copo de água em cada refeição e sempre que ela amamentar.
Preciso oferecer água ou chá para o meu bebê?
Não. O leite materno já oferece ao bebê a quantidade de líquidos necessário para sua hidratação.

Existem alimentos que aumentam a produção do leite ou deixam o leite mais “forte”?
Não, o que influencia na produção de leite é uma alimentação saudável com uma ingestão calórica adequada. Se a mãe come uma quantidade calórica menor do que ela necessita, sua produção de leite será menor. A ingestão inadequada de água também pode diminuir a quantidade de elite produzida

Por quanto tempo devo amamentar?
A Organização Mundial de Saúde recomenda que os bebês recebam exclusivamente leite materno durante os primeiros seis meses de idade e que o aleitamento deve ser mantido por 2 anos ou mais.
A alimentação influencia no leite da mãe?
A orientação é que a mãe mantenha uma alimentação saudável e uma ingestão de líquidos adequada.

ALERGIAS ALIMENTARES:
Se o bebê não apresenta sinal ou sintoma, não é recomendado excluir um alimento da alimentação. A retirada de um grupo de alimento da dieta sem orientação profissional pode causar desequilíbrio na qualidade nutricional do leite. Além disso, pode potencializar o aparecimento de alergias alimentares. Muitas mães acreditam que ao excluir da dieta alimentos potencialmente alergênicos como leite de vaca, trigo, amendoim, soja, ovo e milho, previnem o aparecimento de alergias alimentares no bebê. Estudos mostram que o efeito pode ser oposto e em alguns casos predispor a criança a alergias no futuro. Mães que consomem alimentos potencialmente alergênicos transferem anticorpos para seu filho através do leite materno, tornando-os mais resistentes a alergias alimentares.
Se você acha que algum alimento pode estar perturbando o bem estar do seu bebê, pode-se retirar o alimento suspeito e observar a reação do bebê. E assim que possível, procurar um profissional capacitado, médico ou nutricionista, para identificar as verdadeiras causas do problema. Lembrando que cólica, coriza, agitação e sono desregrado não são sintomas exclusivos de hipersensiblidade a componentes da dieta materna e podem ter outras causas não relacionadas a alimentação.
Cada criança é única, e sempre existe a chance do seu filho apresentar alguma sensibilidade aos componentes de um alimento. A seguir veja alguns alimentos que podem afetar o leite materno:
Chocolate: A maioria das mães podem comer chocolate sem exageros, mas devem sempre ficar atentas para possíveis efeitos negativos no comportamento do bebê. O chocolate contém teobromina, substância que pode provocar irritabilidade e diarreia no bebê se quantidades elevadas forem consumidas pela mãe.
Cafés, chás e refrigerantes: O café, chás, mate e refrigerante tipo cola em quantidade excessiva podem causar irritabilidade e padrão deficiente de sono. Mas se seu bebê for mais um que não tem o sono alterado pelo consumo de café pela mãe, existem outros bons motivos para não exagerar no consumo de cafeína. Nos primeiros meses de vida, a exaustão é grande e cada minuto de sono é valioso. Se a mãe utiliza o café para se manter acordada, pode ser que ela perca a oportunidade de descansar enquanto o bebê dorme a tarde. Além disso, a cafeína tem efeito diurético e durante a amamentação a hidratação adequada é essencial para uma boa produção de leite.
Bebidas alcoólicas:  o etanol passa no leite materno nas mesmas concentrações presentes no sangue da mãe e quando comparados aos adultos, o recém nascidos tem a metade da capacidade de metabolizar, ou seja, eliminar o etanol de seu corpo. Como não existem recomendações especiais para mães que amamentam, é bom evitar qualquer tipo de bebida alcoólica durante esta fase de extrema importância para a saúde do bebê.
Leite e derivados: O bebê amamentado tem menor predisposição ao aparecimento de alergia a proteína do leite de vaca. O bebê pode apresentar tanto intolerância à lactose como alergia a proteína do leite de vaca e seus derivados. A mãe ao consumir laticínios passa pelo leite proteínas que podem causar alergias no bebê, pois seu sistema digestivo não é capaz de digerir as proteínas e seu sistema imunológico entende que essa proteína é um agressor ao organismo do bebê. Na intolerância a lactose, um carboidrato do leite de vaca, o bebê não tem ou produz pouca lactase, uma enzima de digere a lactose que também é passada no leite materno. No bebê amamentado, tanto a intolerância como a alergia ao leite de vaca podem causar sintomas parecidos como sangue nas fezes, diarreia, cólicas, assaduras e choro intenso. Na alergia, a pele e o sistema respiratório também podem ser afetados e o grau de alergia pode variar de imediato e grave até uma forma mais crônica e branda de alergia.
Outros alimentos:
Corante artificial tartrazina (FD&C amarelo#5), sulfitos e glutamato monossódico são causadores de reações alérgicas. A tartrazina pode ser encontrada em produtos industrializados como sucos, gelatinas e balas enquanto o glutamato monossódico pode estar presente nos produtos salgados como temperos industrializados. Já os sulfitos são usados como preservativos em alimentos como frutas desidratadas, vinhos e sucos industrializados.

As fórmulas infantis industrializadas são mais nutritivas do que o leite materno?
Não. O leite materno contém todos os nutrientes necessários para a criança ter um crescimento e desenvolvimento normal até o sexto mês. Fórmulas industrializadas somente são indicadas no caso da mãe ter alguma contra indicação à amamentação.

Em que casos o aleitamento materno é absolutamente contraindicado?

Contaminação materna pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)
Contaminação materna pelo vírus linfotrófico humano de células T (HTLV 1 e 2)
Quimioterapia/radioterapia – as mulheres em tratamento quimioterápico/radioterápico eliminam substâncias radioativas pelo leite materno durante e por um período após essa terapia. Por esse motivo, essas mulheres devem ser orientadas para não amamentar seus filhos.
Lactentes com galactosemia clássica
Lactentes com doença da urina de xarope do bordo – também conhecida como Leucinose.
Lactentes com fenilcetonúria

 

Dra Ana Maria Delospital

Nutricionista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRN 17.279

 

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Entendendo Melhor a Gordura Visceral

Existem dois tipos de gorduras principais. A gordura subcutânea, que é a gordura que fica abaixo da pele mas em cima do músculo, e a gordura visceral. A gordura visceral é uma gordura mais profunda, que fica abaixo dos músculos, cobrindo nossos órgãos, como o fígado, por exemplo.

Apesar de ambas as gorduras não serem boas em excesso pra pessoa, estudos mostram que a gordura visceral é ainda mais perigosa. Ela é considerada por muitos o “maior órgão endócrino do corpo” já que libera diversos hormônios e muitas substâncias inflamatórias que ajudam a agravar doenças como diabetes, hipertensão, doença cardíaca, acidente vascular cerebral, apneia do sono, alguns tipos de câncer e doenças degenerativas. 

A gordura visceral pode ser medida através de uma série de exames, no entanto, a bioimpedância é o exame mais utilizado na prática clínica por ser de fácil execução. Esse exame auxilia no planejamento do tratamento, pois, apesar de a gordura visceral ser a mais perigosa para a saúde, ela se reduz mais rapidamente do que a subcutânea durante o emagrecimento, já que apresenta uma quantidade maior de receptores receptores beta-adrenérgicos que, ao  se ligarem as catecolaminas, estimulam a lipólise (queima de gordura). Catecolaminas são substâncias liberadas pelo nosso organismo em diversas situações e que têm sua produção aumentada quando estamos perdendo peso e com a prática de atividade física.

Para reduzir a gordura visceral é essencial que seja feita uma dieta adequada, de preferência que reduza as picos de açúcar no sangue, já que alimentos que sobem a glicemia muito rápida e intensamente provocam maior demanda de insulina agravando a liberação das tais substâncias inflamatórias.

Além disso, a atividade física pode auxiliar na redução da gordura visceral, principalmente quando bem orientada, junto com a dieta por uma equipe especializada.

Dra Renata Gonçalves Campos

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 135.847

 

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A imagem corporal e os Transtornos Alimentares

A nossa imagem corporal é a ideia que formamos a respeito de nosso corpo, ou seja, o modo pelo qual o nosso corpo se apresenta para nós. São também os sentimentos e pensamentos que cada um experimenta como resultado dessa percepção.
A nossa imagem corporal se forma desde a infância e sofre um constante processo de construção e reconstrução a partir das experiências vividas por cada sujeito. Ela é formada a partir dos processos de socialização, da observação e comparação com os corpos de outros, a partir das mudanças observadas em nossos próprios corpos, de comentários feitos por outros sobre os nossos corpos, do contato com a cultura e padrões de beleza estipulados por cada sociedade. É, portanto, um processo subjetivo, complexo e sempre em constante transformação.
Os indivíduos podem ter uma imagem corporal mais positiva ou mais negativa de si. Aqueles que possuem uma imagem corporal mais positiva sentem-se mais satisfeitos com o tamanho e a forma de seus corpos. Já aqueles com uma imagem mental mais negativa de seus corpos, sentem-se menos bonitos e, por isso, mais insatisfeitos com seus corpos.
A imagem corporal exerce grande influencia na autoestima de cada pessoa. Por esse motivo, existe uma grande preocupação dos profissionais da Psicologia em trabalhar no sentido de melhorar a imagem corporal de seus pacientes, para que tenham uma melhor avaliação sobre seus corpos e, consequentemente, maior auto-estima.
A imagem corporal negativa é um dos fatores de risco para o desenvolvimento de um Transtorno Alimentar (TA). Em alguns TAs tais como a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa, um sintoma muito comum é a “distorção da imagem corporal”. Refere-se a uma visão irrealista de como alguém vê seu corpo. Normalmente, os pacientes com esses Transtornos Alimentares se enxergam e se sentem gordos apesar de estarem muito magros. Essa percepção distorcida faz com que os pacientes sintam e pensem que precisem emagrecer cada vez mais, colocando a sua saúde em risco. Nestes casos, os pacientes necessitam de um tratamento multi-profissional para lidarem com este e outros sintomas dessas psicopatologias.

 

Dra Fernanda Cernea

Psicóloga e especialista em Terapia Cognitivo Comportamental

CRP 121.534

 

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Terapia Cognitivo Comportamental e emagrecimento

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Dieta do Jejum Intermitente: mais uma dieta da moda?

    A Dieta  do Jejum Intermitente (JI)  ganhou popularidade nos últimos meses. Mas, será que é seguro submeter-se a períodos de jejum para perder peso?
     Nessa dieta recomenda-se jejum 2 ou 3 dias por semana, não-consecutivos e com duração que pode variar de 16 a 24 horas. Permite-se apenas o consumo de alimentos específicos (fonte de proteínas e gorduras) no período de jejum. A idéia é que ao se fazer jejum acontecem alterações hormonais  que resultam em queima de gordura e preservação de massa magra. Alguns estudos  falam inclusive de prevenção de câncer, redução de doenças cardiovasculares. Mas, o que não foi divulgado é que esses relatos foram com estudos em animais (ratos). E sabemos que nem tudo que é válido para animais será igual em humanos. Não existem estudos suficientes em humanos que avaliem o efeito do JI sobre nossa saúde.
     Quanto a emagrecer com o JI , sim, é verdade. Obviamente isso é decorrente da restrição alimentar que é feita. Mas, a perda não é somente de gordura, mas também de massa magra e água. Em relação à prevenção de câncer não há nenhum dado em seres humanos que comprovem essa eficácia.
    Vale a pena comentar que o principal ponto é sobre a segurança da dieta JI. E segurança é importante quando se recomenda dieta para alguém. Após  30 dias  de jejum, o corpo entra em inanição, onde os músculos são queimados para fornecer energia.
    As queixas mais  comuns nessa dieta  são dor  de cabeça, náuseas, fraqueza, dores no corpo e desidratação. Podem acontecer complicações mais graves como arritmias cardíacas,  deficiência de vitaminas e minerais e aparecimento de transtornos alimentares como anorexia e bulimia.
     Enfim, conclui-se que, enquanto não tivermos mais estudos em seres humanos mostrando que é seguro fazer JI,  não devemos recomendar essa dieta na prática clínica. O principal objetivo do tratamento da obesidade/sobrepeso é melhorar a saúde e não apenas resultados em quilos perdidos.

Dra Izadora Ribeiro

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 137.168

 

Sopas nutritivas e pouco calóricas

Uma refeição completa em um só prato. Ótima e nutritiva opção para os meses de inverno, as sopas estão em alta.

No inverno temos a sensação de aumento da fome, pois o nosso organismo precisa se defender do frio e aquecer o corpo. A sopa nos ajuda a aquecer o organismo, diminuindo assim a sensação de fome.

Com a combinação certa de ingredientes, podemos fazer uma refeição leve e pouco calórica, contribuindo até para a perda de alguns quilinhos.

Ao preparar sua sopa, para que ela não fique calórica, faça sempre a combinação de uma proteína magra (pode ser músculo bovino, peito de frango, cogumelos, tofu, quinua, queijo cottage) adicionada a uma ou mais opções de legumes e verduras (cenoura, abobrinha, chuchu, aipo, salsão, espinafre, couve, vagem, repolho, brócolis, couve-flor) e uma opção de alimento rico em amido (batata, mandioquinha, batata doce, mandioca, arroz, macarrão, abóbora, beterraba). Esta última opção deve ser descartada ou utilizada em pouca quantidade para quem deseja perder peso. Evite também utilizar creme de leite.

Uma ótima dica para acelerar o metabolismo e dar mais sabor a sua sopa é acrescentar pimenta ao prato antes do consumo. Pode ser qualquer pimenta: do reino moída na hora, ou a que você preferir.

Outra dica: evite os acompanhamentos como crutons, torradas, parmesão…

Veja abaixo uma receita de sopa leve e nutritiva.

 

Sopa de abobrinha e shitake

 

Ingredientes:

 

  • 4 abobrinhas brasileiras médias (cortadas em cubinhos);
  • 1 cebola média (picada);
  • 200 gramas de cogumelo shitake;
  • 2 tabletes de caldo de galinha light o% gordura ou caldo de galinha caseiro;
  • 1 litro de água;
  • 3 colheres (de chá) de azeite;
  • 3 colheres (de chá) de salsinha (picada);
  • 4 colheres (de café) de shoyu light (contém menos sódio).

 

Modo de preparo:

 

  • Ponha a abobrinha e o azeite na panela e leve ao fogo;
  • Ponha a cebola, o caldo de galinha light e água suficiente para cobrir o conteúdo;
  • Deixe cozinhar até notar que as abobrinhas estão com consistência macia;
  • Transfira a mistura quente para o liquidificador, processe até obter textura homogênea;
  • Ponha o caldo obtido na panela e reserve;
  • Após higienizados, ponha os shitakes, cortados em tiras, em uma frigideira e refogue com azeite por 1 minuto;
  • Adicione o Shoyu light e a salsinha;
  • Apague o fogo e reserve;
  • Sirva o caldo e ponha o molho de shitake refogado por cima.

 

Opção: Acrescentar frango no refogado do shitake e outros legumes junto com a abobrinha.

Calorias: 96 calorias por porção.

 

Dra Ana Maria Delospital

Nutricionista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRN 17.279

 

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Programa METADETOX

No inverno, muitas pessoas interrompem o tratamento para perda de peso, seja porque a alimentação do período é mais gordurosa e acham difícil dar seguimento ao plano alimentar ou porque está mais frio e não conseguem dedicar-se a prática de atividade física. No entanto, este período do ano também pode e deve ser usado para o tratamento do sobrepeso e obesidade.

Pensando nisso, o Centro Terapêutico AKTA Liv desenvolveu o programa METADETOX, voltado para o emagrecimento através da terapêutica nutricional individualizada, levando em conta o metabolismo da pessoa ( avaliado pela calorimetria indireta), metas e preferências alimentares.

Além disso, os pacientes que desejarem eliminar as gordurinhas localizadas poderão realizar criolipólise, após serem avaliados por profissional habilitada.

Deseja mais informações? Entre em contato através do 11-50841280 ou contato@aktaliv.com.br.

 

Centro Terapêutico AKTA Liv

Diretora Técnica Médica – Dra. Ana Priscila Soggia – CRM (SP) – 115.982/ RQE 42.219

 

 

 

 

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