crianca doente brinquedo terapeutico

Como ajudar meu filho hospitalizado?

Invariavelmente as crianças adoecem em algum momento de seu desenvolvimento. Alguns em tenra idade e outros maiores, mas neste momento é importante que os familiares procurem entender o que se passa na cabeça da criança e as alterações de comportamento gerado pelo estresse do adoecer e suas complicações.
A criança frente a um diagnóstico pode apresentar quatro comportamentos caracterizados por fases, como a fase do protesto, fase do desespero e por último a fase de desligamento. Durante a fase de protesto, as crianças reagem geralmente de maneira agressiva, choram, recusam a atenção de qualquer pessoa diferente e ficam inconsoláveis em suas culpas. Na fase do desespero, o choro pára e a depressão fica evidente. A criança torna-se muito menos ativa, mostra-se desinteressada por jogos e brincadeiras ou por alimentos e isola-se dos outros. Já na fase do desligamento, algumas vezes chamado de negação, superficialmente, parece que a criança finalmente ajustou-se à perda do estado anterior. A criança torna-se mais interessada nas visitas, brinca e até forma novos relacionamentos, porém superficiais. Entretanto, este comportamento é o resultado da resignação e não um sinal de contentamento.
A doença, como toda situação de crise, altera a vida da criança e de sua família. A hospitalização é um fator agravante, que pode constituir uma experiência bastante difícil para o pequeno paciente. Esta vivência pode levar a um amadurecimento e maior desenvolvimento psíquico ou resultar em prejuízo ao desenvolvimento físico e mental. Devemos adotar a proposta de assistência integral, pois a experiência é estressante e pode ser amenizada pelo fornecimento de certas condições, como presença de familiares, contato com outras crianças, disponibilidade afetiva dos trabalhadores de saúde, informação, atividades recreativas, entre outras.
Engajar-se nestas atividades coloca as crianças em ação, retira-as por um período da função passiva dos receptores de um fluxo constante de procedimentos realizados em seu corpo. Em um ambiente hospitalar ou de adoecimento mesmo em casa, a maioria das decisões são tomadas para a criança: as brincadeiras e outras atividades expressivas oferecem a ela oportunidades necessárias para fazer escolhas. Mesmo quando a criança escolhe não participar de uma determinada atividade, foi-lhe oferecida uma escolha, talvez uma dentre muito poucas escolhas reais que ela precisou fazer naquele dia.
A utilização do brinquedo para as crianças hospitalizadas como uma forma terapêutica, com a denominação de brinquedo terapêutico, significa uma sessão de preparo da criança para o que lhe irá acontecer (cirurgia, e procedimentos técnicos, como punção venosa, curativos, inalação etc.) mediante a utilização de uma brincadeira que imita situações hospitalares.
A criança deve ser preparada por um profissional em que ela confie, podendo ser também um preparo individual ou em grupo.
O preparo da criança antes de ser submetida ao procedimento doloroso possibilita que ela mobilize suas forças interiores para enfrentar a situação estressante e aumente a tolerância ao desconforto. Mesmo preparada, a criança posw não mudar imediatamente de comportamento, podendo manifestar reações de choro, recusas verbais ou motoras. É muito importante a participação dos pais antes, durante e após o procedimento, pois eles são a fonte de segurança para o filho.

O acompanhamento de uma psicóloga especializada em pediatria pode fazer toda a diferença nesse momento.

 

Karen Maciel Tomac

Psicóloga especialista em atendimento Infantil e integrante da equipe do Centro Terapêutico Akta Liv

Neuropsicóloga – aplicação de testes neuropsicológicos

CRP: 06/48802

 

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Aspectos Emocionais na Obesidade Infantil

Meu bebê hora. É fome?

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Consequências da Obesidade Infantil

Akta Liv Kids

Akta Liv Diabetes

Diabetes na Infância

Dieta cetogênica traz benefícios para diabéticos tipo 2?

Uma dúvida frequente entre pessoas com diabetes tipo 2 é sobre a segurança e os benefícios da dieta cetogênica para sua saúde.

Saslow e sua equipe investigaram os efeitos de dois tipos de dietas com diferentes quantidades de carboidratos no índice glicêmico de indivíduos diabéticos tipo 2 e pré-diabéticos.

Foram selecionados indivíduos maiores que 18 anos, com IMC maior ou igual 25 kg/m2, que apresentavam hemoglobina glicada maior que 6% e que não faziam uso de insulina ou mais de 3 hipoglicemiantes orais. Os participantes frequentaram 19 aulas de 2 horas de duração durante 12 meses. Um grupo foi instruído à seguir uma dieta cetogênica (baixa em carboidratos) (DBC), sendo que poderiam consumir 20 a 50g de carboidratos conforme preferência. Eles tinham uma meta de atingir níveis de cetonas sanguíneas (betahidroxibutirato) de 0,5 a 3 mmol mensurados duas vezes na semana. O outro grupo recebeu orientações para realização de uma dieta moderada em carboidratos (45 a 50% do VET), com calorias restritas e baixa em gorduras (não mais que 500 Kcal por dia) (DMC), e a meta calórica foi calculada visando perda de peso. Os dois grupos foram orientados sobre a importância de dormirem bem e realizarem exercícios físicos, e também sobre estratégias comportamentais de efeito positivo e mindful eating. Para avaliar os resultados, foram colhidas amostras de sangue para mensurar HbA1c, lipídeos, glicemia e insulinemia de jejum e proteína C reativa. Os participantes registraram suas refeições em um programa específico ao início do estudo, aos 3, 6 e 12 meses de acompanhamento.

Foram randomizados 34 participantes, sendo 16 para o grupo DBC e 18 para o grupo DMC. O grupo DBC consumiu menores quantidades de carboidratos, e maiores quantidades de gorduras e proteínas, sem que isso representasse diferença significativa na quantidade de calorias consumidas entre os grupos. Participantes do grupo DBC tiveram uma redução maior da HbA1c que o grupo DMC aos 6 e 12 meses (p=0,001 e p=0,007, respectivamente). Aos 12 meses, participantes do grupo DBC perderam mais peso e reduziram seus IMC mais que os participantes do grupo DMC (p<0,001). Com 6 meses, os níveis de LDL aumentaram mais no grupo DBC, no entanto, essa diferença não se manteve aos 12 meses. A razão triglicérides/colesterol diminuiu mais no grupo DBC que no grupo DMC em 12 meses. Os demais parâmetros biológicos não apresentaram diferença significativa entre os grupos. Os participantes no grupo DBC reduziram o uso de medicamentos relacionados à diabetes mais que os participantes do grupo DMC. Dos indivíduos que utilizavam metformina ao início do estudo, 3/10 descontinuaram seu uso no grupo DBC enquanto 0/10 o descontinuaram no grupo DMC, o que, no entanto, não foi significativo (p=0,08).

A partir destes resultados, os autores concluíram que em um período de 12 meses, adultos com HbA1c e peso corporal elevados obtiveram maiores reduções destes parâmetros e reduziram mais o uso de medicamentos ao realizarem uma dieta cetogênica – baixa em carboidratos -quando comparados à pacientes que realizaram dieta moderada em carboidratos.

 

Dra Ana Maria Delospital

Nutricionista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRN 17.279

 

Akta Liv Emagrecimento

Emagrecimento Rápido

Fundamentos do Método de Emagrecimento Akta Liv

Dieta Cetogênica

Very Low Calorie Diets

Metabolismo e Gordura Marrom

Calorimetria Indireta

Tratamento Metabólico

Alimentação Termogênica

Referência:

Saslow LR, Daubenmier JJ, Moskowitz JT, Kim S, Murphy EJ, Phinney SD, Ploutz-Snyder R, Goldman V, Cox RM, Mason AE, Moran P, Hecht FM. Twelve-month outcomes of a randomized trial of a moderate-carbohydrate versus very low-carbohydrate diet in overweight adults with type 2 diabetes mellitus or prediabetes. Nutr Diabetes. 2017 Dec 21;7(12):304.

Qual é o melhor exercício para emagrecer?

Para quem quer emagrecer de forma saudável, combinar exercícios aeróbicos e anaeróbicos para que um exercício complete o outro deve ser a melhor escolha. Caminhar, correr, aulas de danças, nadar ou andar de bicicleta, são alguns exemplos de exercícios aeróbicos, enquanto alguns exemplos de exercícios anaeróbicos incluem fazer musculação ou praticar aulas de ginástica localizada.
Temos também o treinamento funcional, que vem conquistando muitas pessoas por trabalhar várias capacidades físicas, como o aeróbio e o anaeróbico, além de melhorar as capacidades funcionais das pessoas. Com treinos de 30 a 45 minutos, conseguimos trabalhar todas as capacidades físicas, potencializando o gasto calórico.
Enquanto os exercícios aeróbicos, como caminhar ou correr, queimam mais calorias num curto espaço de tempo e melhoram o condicionamento cardiorrespiratório, os exercícios anaeróbicos, como a musculação, aumentam a massa muscular, gastam mais energia e melhoram o contorno do corpo. O treinamento Funcional consegue atingir as duas capacidades citado acima.
Portanto, procure um profissional de educação física para que este possa orientar qual é melhor exercício físico para você.
Vale lembrar que além da realização de exercício, a alimentação também é muito importante para emagrecer.

 

Marcos Antonio Lima Junior
CREF 137371-G/SP
Educador Físico do Centro Terapêutico AKTA Liv
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Avaliação do Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade

Se os pais estiverem preocupados com a possibilidade de um diagnóstico de transtorno de deficit de atenção e hiperatividade (TDA/H), devem discutir primeiro com o professor da criança para saber se o comportamento dela está diferente do que o esperado para a faixa etária e prejudicando o seu desempenho.

Não existe nenhum teste para avaliar e diagnosticar o TDA/H que seja simples. Falaremos então dos métodos de avaliação diagnóstica baseados em pesquisas e experiências clínicas que são os questionários formais, testes objetivos e detalhados das funções cognitivas, observação cuidadosa da história do paciente, além dos questionários enviados para os professores que podem auxiliar na compreensão do quadro clínico em outros ambientes frequentados pela criança.  A criança deve ser avaliada por um Neuropediatra e realizar o exame chamado de Avaliação Neuropsicológica, que é feito em média de 8 a 10 sessões, com atendimento semanal de 70 minutos. Duas sessões são para atender os pais, em que na primeira será feita a Anamnese (entrevista) e a última a Devolutiva e o Relatório final da avaliação.

Seguem alguns pontos a serem vistos:

Observar sinais de alerta porque a criança apresentará dificuldade significativa na escola e problemas inesperados de comportamento.

Artigos Acadêmicos afirmam que o TDA/H é facilmente confundido com vários outros comportamentos semelhantes. Devemos então, excluir as semelhanças que melhor respondam a outros transtornos como ao pré-escolar ativo e normal, algumas crianças normalmente ativas são chamadas de hiperativas. Para diagnosticar um TDA/H, essas crianças devem apresentar comportamento inapropriado até mesmo quando comparadas a crianças normalmente ativas.

Deficiência Intelectual: os pais geralmente confundem a deficiência com o TDA/H. Uma criança de 5 anos estiver com o desenvolvimento de uma de 2 anos e meio, é de se esperar que o comportamento seja ativo, desatento e automático, mas isso não significa que ela tem TDA/H. Por outro lado, as crianças com atraso no desenvolvimento também podem sofrer do TDA/H.

Deficiência auditiva: crianças desatentas não ouvem e devem ser encaminhadas para realizar teste de audição.

Dificuldade de aprendizado específica: se a criança tiver dislexia, ela fica frustrada por não conseguir e perde a concentração quando a tarefa torna-se difícil. A desatenção só acontece nessas crianças quando elas têm dificuldades com a leitura, matemática, linguagem ou o que quer que lhe cause estresse. Nos portadores de TDA/H, os comportamentos difíceis e problemas de persistência estão presentes na maioria das vezes.

No entanto, é comum encontrarmos comorbidades nestas crianças que apresentam dificuldades específicas de aprendizado e TDA/H.

A Associação Americana de Psiquiatria publicou diretrizes sobre o diagnóstico do TDA/H e os critérios diagnósticos.

Para a criança ser portadora ela precisa demonstrar pelo menos seis dos nove possíveis comportamentos. A criança com quatro ou cinco comportamentos difíceis pode não se encaixar no critério geral, mas pode ainda sofrer de um estresse enorme. Por esse motivo, foi desenvolvida uma lista de critérios para ajudar os médicos, além de questionários para pais e professores e os testes e perfis aplicados pelos psicólogos.

Nas crianças portadoras de TDA-H encontraremos frequentemente sinais reveladores como:

  1. São conhecidas como crianças-furação do momento em que saem da cama. São insaciáveis, nunca param e geram grande tensão. Seu comportamento em grupo é geralmente embaraçoso e, quando brincam com outras crianças, são autoritárias e dominantes.

2. Sua impulsividade as torna mais vulneráveis a acidentes físicos. E às vezes, nas crianças mais velhas, encontraremos uma inquietação: remexem-se na cadeira e perdem-se no meio de uma frase: seus olhos e pensamentos não estão ali. Essas crianças são desorganizadas, esquecidas e desviam-se facilmente das obrigações.

Lembrando que, para se diagnosticar como TDA/H, é preciso que a vida da criança tenha apresentado prejuízos e causado transtorno significativo. Atualmente algumas crianças com desatenção e problemas sutis de aprendizado específico têm confundido os profissionais, o que torna mais difícil um diagnóstico e, por consequência, o tratamento e manejo das dificuldades.

Sugiro aos pais que, antes de cobrarem os filhos, observem a natureza das dificuldades apresentadas, conversem na escola e com profissionais especializados em avaliação neuropsicológica e procurem não tratar a situação de maneira simples: trata-se de uma alteração ou disfunção das áreas cerebrais.

 

Karen Maciel Tomac

Psicóloga especialista em atendimento Infantil e integrante da equipe do Centro Terapêutico Akta Liv

Neuropsicóloga – aplicação de testes neuropsicológicos

CRP: 06/48802

 

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Consequências da Obesidade Infantil

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Diabetes na Infância

Tipos de açúcar, suas diferenças e melhores escolhas

O açúcar refinado (branco) costuma estar sempre presente na casa do brasileiro. Porém, ele é nocivo à saúde e seu consumo não traz nenhum benefício, por ser nutricionalmente pobre. Como o próprio nome já diz, ele passa por um processo de refinamento, recebendo aditivos químicos e perdendo nutrientes. É a opção menos saudável para adoçar.

O açúcar cristal passa por um processo de refinamento leve e sua composição é semelhante ao açúcar refinado. Já o açúcar orgânico não recebe nenhum aditivo químico e mantem algumas propriedades de nutrientes.

Existem alguns tipos de açúcar mais saudáveis. São eles: mascavo, demerara e açúcar de coco, porém o consumo não é indicado para todos e quando indicado, o uso deve ser feito com moderação.

açúcar mascavo é extraído da cana-de-açúcar e não passa pelo processo de refinamento, ação que conserva seus valores nutricionais.

O demerara possui um sabor mais ameno que o mascavo. Ele passa pelo processo de purificação e refinamento, porém, não leva aditivos químicos e, portanto, mantem os teores minerais da cana-de-açúcar.

O açúcar de coco é mais natural, livre de aditivos químicos e fonte de vitaminas e minerais. O índice glicêmico do açúcar de coco por exemplo é baixo, porém a carga glicêmica é alta, ou seja, ele vai ser totalmente absorvido pelo corpo.

Fora essas opções de açúcar, existem outros meios para adoçar, como: mel, melado e adoçantes naturais.

Apesar desses tipos se açúcar serem mais saudáveis comparados ao açúcar refinado, eles não deixam de ser açúcar e seu uso não é indicado para todos. Ele é contra-indicado no tratamento de diabetes, esteatose hepática (gordura no fígado), hipercolesterolemia e processo de emagrecimento.

A dica é preferir o açúcar natural dos alimentos (presente em: frutas, legumes, verduras e cereais) para não viciar o paladar. Se for realmente necessário adoçar, utilize o açúcar nessas formas mais saudáveis e sempre com moderação.

Quantidade de nutrientes em 100g de açúcar:

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: PHILLIPI, S.T. Tabela de Composição de Alimentos.

 

Dra Mayara Vieira Benetti

Nutricionista do Centro Terapêutico AKTA Liv

CRN 40.996

 

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Dieta Cetogênica

Very Low Calorie Diets

Metabolismo e Gordura Marrom

Calorimetria Indireta

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Atividade Física

O uso de hormônios para ganho de massa magra

É bastante sedutor para muitas pessoas pensar que há um caminho mais curto e mais efetivo para ficar com o corpo sarado, musculoso e com a barriga “chapada”.

O uso de hormônios para esse intuito não é novo, iniciou-se no começo do século 20 de forma bem primitiva e precária. Foi amplamente usado em atletas para melhora de performance física até a implementação de políticas anti-dopping, e hoje é mais popular entre fisiculturistas e frequente no ambiente de academias com a promessa do “corpo perfeito”, muitas vezes utilizando produtos de origem duvidosa e sem nenhuma orientação médica.

Existem vários tipos de hormônios usados para esse fim, porém não há nenhuma segurança para o uso de anabolizantes (esses hormônios que causam o ganho de massa magra) nesse intuito. Ao contrário, têm-se grandes riscos de efeitos colaterais e complicações, sejam de curto, médio ou de longo prazo.

Utilizar hormônios masculinos para ganho de massa magra pode causar calvície, hirsutismo (aumento de pelos no corpo), acne, engrossamento da voz em mulheres, ginecomastia (aumento das mamas) em homens, infertilidade, disfunção erétil no homem, redução da libido em homens, hepatite, câncer, doenças psiquiátricas, trombose, embolia pulmonar, disfunção cardíaca entre outros.

Outros hormônios utilizados, como o do crescimento, também são associados à aumento de diversos tipos de câncer, disfunção cardíaca, aumento de queixo, orelhas, entre outras deformidades, alongamento dos vasos sanguíneos e diabetes.

Não há dose segura que isente o paciente desses riscos e esses hormônios só são indicados em pacientes que apresentam falta deles seja por doenças genéticas ou adquiridas.

Quando homens recebem algum tipo de testosterona (hormônio masculino), seu corpo manda um sinal aos testículos para pararem de produzir seu hormônio natural. Assim ocorre atrofia  os testículos, uma das principais causas da infertilidade que pode ser transitória ou permanente.

Dessa maneira, embora seja um caminho mais longo, procure uma boa equipe profissional (médico especialista, nutricionista, educador físico, psicólogo, fisioterapeuta) para executar uma dieta adequada, usar medicamentos corretos, tratamentos estéticos possíveis, orientações e exercícios eficazes e seguros para manter um corpo realmente saudável sem adicionar riscos a sua saúde.

 

Dra Renata Gonçalves Campos

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 135.847

 

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Inchaço e as mulheres

Metabolismo e Gordura Marrom

Calorimetria Indireta

Tratamento Metabólico

Alimentação Termogênica

Atividade Física

Hipotireoidismo Congênito

O hipotireoidismo congênito é o hipotireoidismo presente ao nascimento, sendo o distúrbio endócrino mais frequente em recém nascidos.

Ele se caracteriza pela redução ou ausência de produção de hormônios tireoidianos.

Sua principal causa são as disgenesias da glândula tireóide, ou seja, sua ectopia (localização em local fora do habitual), hipoplaisa (tamanho reduzido) ou agenesia (sua ausência). Esta glândula é responsável por produzir os hormônios tireoidianos T3 e T4. São hormônios essenciais para o metabolismo celular, sendo muito importantes para o desenvolvimento cerebral.

A maioria dos bebês com hipotireoidismo congênito sã assintomáticos. Uma minoria (apenas 10%) pode apresentar sintomas como hipotonia muscular, pele seca, fontanelas amplas, icterícia neonatal prolongada , hérnia umbelical. Apesar de pouco sintomática ao nascimento, quando não diagnosticado nessa fase, as crianças com hipotireoidismo congênito evoluem com atraso no desenvolvimento importante, com redução do QI.

Atualmente, o hipotireoidismo congênito é obrigatoriamente rastreado em nosso país pelo teste neonatal conhecido popularmente como teste do pezinho. Esse teste detecta a elevação do hormônio TSH que ocorre em bebês que tem hipotireoidismo primário, ou seja, cuja redução na produção dos hormônios se dá pelo mau funcionamento da glândula tireóide.

Quando o teste do pezinho é positivo para hipotireoidismo, o bebê é encaminhado para o médico endocrinologista que repete o exame de TSH e complementa com a dosagem de T4 livre e solicita a realização da USG de tireóide, para avaliar a presença ou não da glândula.

A rápida instituição do tratamento para o hipotireoidismo congênito tem excelente resultado, preservando o desenvolvimento intelectual da criança. Daí a importância da realização do teste do pezinho e da correta avaliação e seguimento do hipotireoidismo congênito por especialista.

 

Dra Luana Casari da Silva Lima

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 122.397/ RQE 45065

 

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Diabetes na Infância

O choro do Bebê

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Posso dar suco para a criança?

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O que é Treinamento Funcional?

O treinamento funcional é uma modalidade similar à musculação, que pode utilizar os aparelhos tradicionais de peso ou não. Baseia-se nos movimentos naturais do ser humano, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. É um método que ajuda a prevenir lesões, gera melhorias cardiovasculares, redução do percentual de gordura, emagrecimento e definição muscular. O indivíduo ganha força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade. A frequência considerada para realizar a modalidade é de, no mínimo, três vezes por semana.

Um dos pontos fundamentais do treinamento funcional é o fortalecimento do core, o centro de força do corpo, que inclui os músculos do abdômen, dos quadris e da região lombar e responde pela estabilização da coluna vertebral. Ofuncional aciona essa musculatura em todos os exercícios, não só nos abdominais. Para trabalhar esta musculatura profunda, são utilizados a todo momento acessórios como elásticos, cordas, bolas, cones, discos, etc.

Como o foco do treinamento funcional é trabalhar os músculos de forma global, o perigo de sobrecarregar uma ou outra parte do corpo e se machucar é menor. Porém, como em qualquer atividade física, o ideal é contar com a orientação de um profissional capacitado para a modalidade, se concentrar em dobro nos movimentos e respeitar os limites do seu corpo enquanto se exercita.

Os tipos de fome

Você sabia que não existe apenas um tipo de fome? Sim, é verdade, neste post nós vamos conversar sobre os três tipos de fome que existem.

A fome FÍSICA é aquela que faz o nosso estômago roncar, pode ser chamada também de fome orgânica porque é quando o nosso corpo está realmente precisando de algum alimento para se nutrir.

A fome EMOCIONAL é aquela vontade de comer que nos acomete quando estamos sentindo uma emoção. Por exemplo, quando comemos quando estamos tristes, ansiosos, nervosos, ou até mesmo felizes. Esse tipo de fome acontece quando a forma que nós encontramos para lidar com as emoções é através da comida.

Existe ainda um outro tipo de fome, a SOCIAL. Esta se manifesta na vontade de comer quando estamos diante de uma comida que nos parece atraente, em algum evento social (festa, almoço de família, encontro de amigos, happy hour, etc). Muitas vezes, nestes momentos não estamos sentindo a fome física, mas o alimento nos parece muito saboroso e por isso comemos.

Por que é importante reconhecermos os nossos tipos de fome?

Porque é uma maneira de construirmos uma relação mais saudável com a nossa alimentação. Se estamos sentindo a fome emocional, nós devemos aprender a lidar com as nossas emoções e não “descontar” sempre na comida. Se percebemos que estamos sentindo uma fome social, podemos aprender a decidir e controlar um pouco mais o que vamos comer nos eventos sociais.

Aprender a reconhecer os nossos tipos de fome significa aprender a distinguir FOME de VONTADE DE COMER. Quando fazemos isso, temos mais controle da quantidade e da qualidade da comida que ingerimos e estabelecemos uma relação mais saudável com o nosso corpo.

 

Dra Fernanda Cernea

Psicóloga e especialista em Terapia Cognitivo Comportamental

CRP 121.534

 

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O horário das refeições influencia na perda de peso?  

Uma das maiores dificuldades para quem quer perder peso é organizar os próprios horários com as refeições.
Ouvimos muito em consulta: “Doutora, perdi a hora do almoço porque estava em reunião e deixei pra comer mais tarde…”
Realmente é difícil, mas não é impossível! Tudo é uma questão de planejamento!
Foi publicado um estudo no American Journal of Clinical Nutrition recentemente com análise da perda de peso  em 1200 indivíduos e foi constatado que quem deixa o almoço para depois das 15 horas tem mais dificuldade para emagrecer. 
Em 2013 a revista Obesity já tinha publicado um estudo que tinha chegado à essa mesma conclusão. Nesse estudo foram acompanhados 520 pacientes com sobrepeso ou obesidade que seguiram um programa de 5 meses e foram divididos em 2 grupos: metade comia mais durante a manhã e a outra metade comia mais à tarde. O primeiro grupo sempre almoçava antes das 15 horas e o segundo grupo sempre após esse horário. Todos os pacientes foram acompanhados para ingerir a mesma quantidade de calorias em 24 horas. E foi constatado que quem almoçava antes das 15 horas perdia peso com mais facilidade que quem almoçava mais tarde. 
Mas, parece que o horário é importante apenas para o almoço. Diferente do que a maioria das pessoas pensa, o horário do jantar não influencia na perda de peso. 
Se existe  algum fator que está dificultando a sua perda de peso, você deve procurar um especialista para orientações. 
Mas saiba que tudo é uma questão de planejamento: Organizar suas refeições e horários é o primeiro grande passo para ter sucesso na perda de peso. Se for realmente impossível comer na hora certa, tente pelo menos fazer seu almoço antes das 15 horas. 
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