A imagem corporal e os Transtornos Alimentares

A nossa imagem corporal é a ideia que formamos a respeito de nosso corpo, ou seja, o modo pelo qual o nosso corpo se apresenta para nós. São também os sentimentos e pensamentos que cada um experimenta como resultado dessa percepção.
A nossa imagem corporal se forma desde a infância e sofre um constante processo de construção e reconstrução a partir das experiências vividas por cada sujeito. Ela é formada a partir dos processos de socialização, da observação e comparação com os corpos de outros, a partir das mudanças observadas em nossos próprios corpos, de comentários feitos por outros sobre os nossos corpos, do contato com a cultura e padrões de beleza estipulados por cada sociedade. É, portanto, um processo subjetivo, complexo e sempre em constante transformação.
Os indivíduos podem ter uma imagem corporal mais positiva ou mais negativa de si. Aqueles que possuem uma imagem corporal mais positiva sentem-se mais satisfeitos com o tamanho e a forma de seus corpos. Já aqueles com uma imagem mental mais negativa de seus corpos, sentem-se menos bonitos e, por isso, mais insatisfeitos com seus corpos.
A imagem corporal exerce grande influencia na autoestima de cada pessoa. Por esse motivo, existe uma grande preocupação dos profissionais da Psicologia em trabalhar no sentido de melhorar a imagem corporal de seus pacientes, para que tenham uma melhor avaliação sobre seus corpos e, consequentemente, maior auto-estima.
A imagem corporal negativa é um dos fatores de risco para o desenvolvimento de um Transtorno Alimentar (TA). Em alguns TAs tais como a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa, um sintoma muito comum é a “distorção da imagem corporal”. Refere-se a uma visão irrealista de como alguém vê seu corpo. Normalmente, os pacientes com esses Transtornos Alimentares se enxergam e se sentem gordos apesar de estarem muito magros. Essa percepção distorcida faz com que os pacientes sintam e pensem que precisem emagrecer cada vez mais, colocando a sua saúde em risco. Nestes casos, os pacientes necessitam de um tratamento multi-profissional para lidarem com este e outros sintomas dessas psicopatologias.

 

Dra Fernanda Cernea

Psicóloga e especialista em Terapia Cognitivo Comportamental

CRP 121.534

 

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Dieta do Jejum Intermitente: mais uma dieta da moda?

    A Dieta  do Jejum Intermitente (JI)  ganhou popularidade nos últimos meses. Mas, será que é seguro submeter-se a períodos de jejum para perder peso?
     Nessa dieta recomenda-se jejum 2 ou 3 dias por semana, não-consecutivos e com duração que pode variar de 16 a 24 horas. Permite-se apenas o consumo de alimentos específicos (fonte de proteínas e gorduras) no período de jejum. A idéia é que ao se fazer jejum acontecem alterações hormonais  que resultam em queima de gordura e preservação de massa magra. Alguns estudos  falam inclusive de prevenção de câncer, redução de doenças cardiovasculares. Mas, o que não foi divulgado é que esses relatos foram com estudos em animais (ratos). E sabemos que nem tudo que é válido para animais será igual em humanos. Não existem estudos suficientes em humanos que avaliem o efeito do JI sobre nossa saúde.
     Quanto a emagrecer com o JI , sim, é verdade. Obviamente isso é decorrente da restrição alimentar que é feita. Mas, a perda não é somente de gordura, mas também de massa magra e água. Em relação à prevenção de câncer não há nenhum dado em seres humanos que comprovem essa eficácia.
    Vale a pena comentar que o principal ponto é sobre a segurança da dieta JI. E segurança é importante quando se recomenda dieta para alguém. Após  30 dias  de jejum, o corpo entra em inanição, onde os músculos são queimados para fornecer energia.
    As queixas mais  comuns nessa dieta  são dor  de cabeça, náuseas, fraqueza, dores no corpo e desidratação. Podem acontecer complicações mais graves como arritmias cardíacas,  deficiência de vitaminas e minerais e aparecimento de transtornos alimentares como anorexia e bulimia.
     Enfim, conclui-se que, enquanto não tivermos mais estudos em seres humanos mostrando que é seguro fazer JI,  não devemos recomendar essa dieta na prática clínica. O principal objetivo do tratamento da obesidade/sobrepeso é melhorar a saúde e não apenas resultados em quilos perdidos.

Dra Izadora Ribeiro

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 137.168

 

Sopas nutritivas e pouco calóricas

Uma refeição completa em um só prato. Ótima e nutritiva opção para os meses de inverno, as sopas estão em alta.

No inverno temos a sensação de aumento da fome, pois o nosso organismo precisa se defender do frio e aquecer o corpo. A sopa nos ajuda a aquecer o organismo, diminuindo assim a sensação de fome.

Com a combinação certa de ingredientes, podemos fazer uma refeição leve e pouco calórica, contribuindo até para a perda de alguns quilinhos.

Ao preparar sua sopa, para que ela não fique calórica, faça sempre a combinação de uma proteína magra (pode ser músculo bovino, peito de frango, cogumelos, tofu, quinua, queijo cottage) adicionada a uma ou mais opções de legumes e verduras (cenoura, abobrinha, chuchu, aipo, salsão, espinafre, couve, vagem, repolho, brócolis, couve-flor) e uma opção de alimento rico em amido (batata, mandioquinha, batata doce, mandioca, arroz, macarrão, abóbora, beterraba). Esta última opção deve ser descartada ou utilizada em pouca quantidade para quem deseja perder peso. Evite também utilizar creme de leite.

Uma ótima dica para acelerar o metabolismo e dar mais sabor a sua sopa é acrescentar pimenta ao prato antes do consumo. Pode ser qualquer pimenta: do reino moída na hora, ou a que você preferir.

Outra dica: evite os acompanhamentos como crutons, torradas, parmesão…

Veja abaixo uma receita de sopa leve e nutritiva.

 

Sopa de abobrinha e shitake

 

Ingredientes:

 

  • 4 abobrinhas brasileiras médias (cortadas em cubinhos);
  • 1 cebola média (picada);
  • 200 gramas de cogumelo shitake;
  • 2 tabletes de caldo de galinha light o% gordura ou caldo de galinha caseiro;
  • 1 litro de água;
  • 3 colheres (de chá) de azeite;
  • 3 colheres (de chá) de salsinha (picada);
  • 4 colheres (de café) de shoyu light (contém menos sódio).

 

Modo de preparo:

 

  • Ponha a abobrinha e o azeite na panela e leve ao fogo;
  • Ponha a cebola, o caldo de galinha light e água suficiente para cobrir o conteúdo;
  • Deixe cozinhar até notar que as abobrinhas estão com consistência macia;
  • Transfira a mistura quente para o liquidificador, processe até obter textura homogênea;
  • Ponha o caldo obtido na panela e reserve;
  • Após higienizados, ponha os shitakes, cortados em tiras, em uma frigideira e refogue com azeite por 1 minuto;
  • Adicione o Shoyu light e a salsinha;
  • Apague o fogo e reserve;
  • Sirva o caldo e ponha o molho de shitake refogado por cima.

 

Opção: Acrescentar frango no refogado do shitake e outros legumes junto com a abobrinha.

Calorias: 96 calorias por porção.

 

Dra Ana Maria Delospital

Nutricionista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRN 17.279

 

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Programa METADETOX

No inverno, muitas pessoas interrompem o tratamento para perda de peso, seja porque a alimentação do período é mais gordurosa e acham difícil dar seguimento ao plano alimentar ou porque está mais frio e não conseguem dedicar-se a prática de atividade física. No entanto, este período do ano também pode e deve ser usado para o tratamento do sobrepeso e obesidade.

Pensando nisso, o Centro Terapêutico AKTA Liv desenvolveu o programa METADETOX, voltado para o emagrecimento através da terapêutica nutricional individualizada, levando em conta o metabolismo da pessoa ( avaliado pela calorimetria indireta), metas e preferências alimentares.

Além disso, os pacientes que desejarem eliminar as gordurinhas localizadas poderão realizar criolipólise, após serem avaliados por profissional habilitada.

Deseja mais informações? Entre em contato através do 11-50841280 ou contato@aktaliv.com.br.

 

Centro Terapêutico AKTA Liv

Diretora Técnica Médica – Dra. Ana Priscila Soggia – CRM (SP) – 115.982/ RQE 42.219