O papel da Fisioterapia no tratamento das Disfunções Sexuais

A sexualidade influencia na saúde física e mental e pode ser afetada por diversos fatores orgânicos, emocionais e sociais. A alteração de qualquer uma das fases da resposta sexual (desejo, excitação, orgasmo e resolução) pode acarretar nas disfunções sexuais.

São muitos os fatores que podem causar incômodos, dores, diminuição do desejo sexual e excitação, enfim, disfunções sexuais que impedem que a mulher tenha uma relação prazerosa e satisfatória.

As disfunções sexuais femininas podem ser apresentadas como vaginismo (contração involuntária da musculatura do assoalho pélvico que impede a penetração), dispareunia (dor durante a penetração), anorgasmia (não atingir o orgasmo), disfunção de desejo entre outros. A Fisioterapia Pélvica atua como um dos tratamentos de primeira escolha para essas disfunções, principalmente nas causas musculares (vaginismo e dispaurenia), que precisam de relaxamento e alívio da dor.

A fisioterapia pélvica utiliza diversos recursos, que têm como objetivo aliviar as dores sexuais, promover relaxamento, melhorar a vascularização local (períneo), melhorar a percepção e o controle da musculatura pélvica. Como recurso usamos a eletroterapia, biofeedback, dilatadores vaginais e treinamento muscular do assoalho pélvico.

O trabalho de fortalecimento e conscientização da musculatura perineal também é de fundamental importância durante o tratamento, o que promove um aumento do desejo sexual e consequentemente melhora da excitação e prazer.

Informe ao seu médico se apresenta algum desses sintomas e procure uma fisioterapeuta especialista em Fisioterapia na Saúde da Mulher para traçar o tratamento adequado.

O Centro Terapêutico Akta Liv conta com Fisioterapeutas especializadas na Saúde da Mulher que podem auxiliá-la.

 

Dra Suehellen Anne Milhomen

Fisioterapeuta do Centro Terapêutico Akta Liv

CREFITO 3/173207 – F

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Pilates e Diabetes

Fisioterapia Pélvica

Você sabe o que é Fisioterapia Pélvica?

 

O assoalho pélvico é uma estrutura complexa, formada por músculos, ligamentos e fáscias. Localiza-se na pelve, entre o osso púbis e o cóccix. Tem as funções de suportar os órgãos pélvicos (bexiga, útero e reto) em suas posições anatômicas, manter a continência urinária e fecal, e tem um papel primordial na função sexual.

As disfunções do assoalho pélvico podem levar a diversos sintomas, como:

  • Incontinência urinária de esforço: perda de urina quando tosse, espirra, pula e durante a risada;
  • Hiperatividade vesical: vontade constante de ir ao banheiro mesmo com pouca urina;
  • Incontinência urinária de urgência: quando se perde urina antes mesmo de
    conseguir chegar ao banheiro;
  • Incontinência fecal e de flatos: perda de fezes e gases;
  • Constipação ou prisão de ventre: dificuldade em defecar;
  • Disfunções sexuais feminina como dor, problema de desejo, excitação e orgasmo.

O tratamento fisioterapêutico é baseado em técnicas e recursos específicos, como cinesioterapia, eletroestimulação muscular, biofeedback, terapia comportamental, entre outras, que ajudam no controle da bexiga e da musculatura do assoalho pélvico, proporcionando qualidade de vida e melhora da auto-estima.

Se você sente um desses sintomas ou conhece alguém que sinta promova a saúde. Passe a informação adiante. Informe ao seu médico e consulte um fisioterapeuta especialista em Fisioterapia na Saúde da Mulher.

O Centro Terapêutico Akta Liv conta com Fisioterapeutas aptas a orientá-la.

 

Dra Suehellen Anne Milhomen

Fisioterapeuta do Centro Terapêutico Akta Liv

CREFITO 3/173207 – F

 

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Pilates e Diabetes

 

 

Para que serve o Índice Glicêmico?

O diabetes mellitus é uma doença metabólica que ocorre por defeitos na ação e/ou secreção de insulina, levando ao quadro de hiperglicemia. Essa doença está associada ao surgimento de diversas complicações crônicas.

A alimentação saudável é muito importante para a prevenção e tratamento do diabetes. Estudos mostram que a redução no consumo de açúcar, aditivos alimentares e alimentos pró-inflamatórios (como a gordura trans) exerce papel fundamental na melhora da sensibilidade à insulina, melhorando o metabolismo dos carboidratos.

As evidências científicas reforçam que o carboidrato é o maior preditor do aumento da glicemia pós refeição, devendo-se considerar a qualidade e quantidade deste macronutriente.

Toda vez que se ingere carboidratos, estes entram na corrente sanguínea com diferentes velocidades. O Índice Glicêmico (IG) permite diferenciar os carboidratos e classificá-los de acordo com a velocidade que são absorvidos. Carboidratos com baixo IG atingem a corrente sanguínea de forma lenta e contínua promovendo maior estabilidade da glicemia.

Alimentos ricos em açúcar e processados tendem a ter um maior IG e alimentos ricos em fibras (como legumes e verduras) tendem a ter baixo IG. Exemplos de alimentos de acordo com o IG:

  • Baixo IG_ Maçã, arroz integral, iogurte
  • Médio IG_ Mamão, pão integral, mingau de aveia
  • Alto IG_ Melancia, pão francês, biscoito água e sal.

É muito importante que os pacientes diabéticos tenham uma alimentação equilibrada e balanceada, preferindo sempre alimentos naturais, com alto consumo de legumes e verduras. E também tenham atenção para as fontes de carboidratos, escolhendo sempre carboidratos complexos com baixo IG para um adequado controle da glicemia.

O diabetes precisa ser sempre monitorado por profissionais da área da saúde. Conte com profissionais nutricionistas para reduzir o risco de desenvolvimento e melhorar o controle do diabetes.

O Centro Terapêutico Akta Liv conta com uma equipe formada por endocrinologistas, nutricionistas e terapeutas comportamentais especializados no tratamento do diabetes mellitus.

 

Mayara Vieira Benetti

Nutricionista do Centro Terapêutico AKTA Liv

CRN 40.996

 

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Diabetes e Perda de Peso

Pilates e Diabetes

Gestação e Diabetes

Dieta Cetogênica

Meu filho tem diabetes. E agora?

Receber o diagnóstico do diabetes infantil é bastante complexo. Muitas vezes, os pais não estão preparados para lidar com isso e a situação acaba ficando mais pesada ainda.

O diagnóstico de diabetes traz consigo uma série de novas regras que obrigam a família a rever seu cotidiano e rotina, adaptando-se a novos horários e hábitos, especialmente no que tange à alimentação.

A maneira como os pais dimensionam a doença e os cuidados para seus filhos faz toda a diferença na modo como estes podem receber e assimilar a informação.

O apoio familiar é extremamente importante, pois ajuda a criança a se fortalecer e compreender com o passar do tempo todo este universo. O ideal é que os pais possam transmitir a necessidade do cuidado e de algumas restrições, mas de uma maneira em que isso não seja entendido pela criança como um fator limitante.

É importante correlacionar o controle às consequências positivas que este traz para a saúde, tanto quanto é necessário escovar os dentes, dormir e tantas outras atividades que realizamos diariamente.

Em geral as crianças não conseguem mensurar a proporção do que esse diagnóstico significa, mas podem se sentir “diferentes” ou injustiçadas de alguma forma, num primeiro momento. Cabe aos pais dar este suporte na aceitação do diagnóstico e também na negociação diária do controle do diabetes. Se for necessário, procure apoio psicológico para ajudá-lo a conseguir orientar melhor o seu filho.

O Centro Terapêutico Akta Liv conta com uma equipe multidisciplinar treinada no tratamento do diabetes na infância. A equipe é composta por endocrinologistas, nutricionistas e psicólogas.

 

Fabiola Luciano

Psicóloga do Centro Terapêutico Akta Liv

CRP: 104.468

 

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Akta Liv Diabetes

Diabetes na Infância

Novas Tecnologias em Diabetes

Diabetes e Perda de Peso

Diabetes na Infância

Há dois tipos de diabetes mais frequentes durante a infância: o diabetes mellitus tipo 1 (DM1) e o tipo 2 (DM2).

O Diabetes tipo 1 é o mais frequente em crianças e adolescentes. Ele age como uma doença autoimune (como se o corpo não reconhecesse o pâncreas, produzindo anticorpos cotra ele) e tem relação com uma predisposição genética. Resulta na falência total do pâncreas, que deixa de produzir insulina. Nestes casos, são necessárias doses complementares de insulina ao longo da vida.

Um fenômeno recente tem sido o aumento do Diabetes tipo 2 nesta faixa etária. Essa doença crônica tem relação com a resistência à ação da insulina, mas sempre foi mais frequente em pessoas acima dos 40 anos.  A explicação é o aumento da obesidade na infância e o acúmulo de gordura na região abdominal, conhecida como gordura visceral, resultado dos maus hábitos alimentares e sedentarismo.

Entre os sintomas da criança com Diabetes tipo 1 estão beber muita água, urinar várias vezes, sentir-se mal, com visão turva e perda de peso rápida. Já com o Diabetes tipo 2, pode não apresentar sintomas, por isso, fique atento aos hábitos de seus filhos e consulte um médico endocrinologista para avaliação se necessário.

O Akta Liv Kids é um programa específico voltado a perda de peso e bem-estar infantil, que considera a individualidade de cada criança, seu metabolismo e comportamento, para mudar seus hábitos em busca de uma vida saudável.  Saiba mais em http://aktaliv.com.br/akta-kids/

O Centro Terapêutico Akta Liv conta com uma equipe multidisciplinar treinada no tratamento do diabetes na infância.

 

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Novas Tecnologias em Diabetes

Diabetes e Perda de Peso

Para quem estão indicadas as medicações para emagrecer?

Olá, pessoal! Vamos conversar um pouco sobre medicações para perder peso?

Vamos iniciar relembrando que ter hábitos alimentares saudáveis e praticar exercícios físicos são a melhor maneira para emagrecer. No entanto, em um tratamento tradicional com dieta e atividade física, 90% das pessoas reganharam o peso perdido. Logo, os medicamentos para perda de peso podem ser aliados no tratamento. Os remédios somente estão indicados para pessoas obesas (IMC > 30 Kg/m2) ou com sobrepeso (IMC > 25 Kg/m2) mas que tenham alguma doença relacionada ao peso (hipertensão, diabetes, elevação de triglicérides, colesterol bom baixo, esteatose hepática, apnéia do sono, etc). Medicamentos também são indicados quando existem distúrbios relacionados ao comportamento alimentar (bulimia, compulsão alimentar).

É importante dizer que os remédios não fazem milagres: se não forem associados a dieta, atividade física e mudança comportamental não haverá resposta clínica. As medicações não são o protagonista em um tratamento para emagrecer, eles atuam apenas como adjuvantes, auxiliando e dando suporte.

No mercado existem 3 medicações aprovadas pela Anvisa: sibutramina, orlistate e liraglutide. Porém, na prática, várias outras são indicadas para essa finalidade, apesar de não constar essa indicação na bula (off-label): fluoxetina, sertralina, topiramato, bupropiona, naltrexone, etc.

O mecanismo de ação das medicações são redução do apetite, aumento da saciedade, aumento teórico do gasto energético, eliminação de gordura ingerida nas fezes. Podem ser usados para perder peso e para ajudar a manter, já que a obesidade é uma doença crônica que exige acompanhamento regular e contínuo. É importante frisar que os medicamentos disponíveis atualmente não causam dependência.

Esses remédios possuem contra-indicações. Por exemplo, a sibutramina é contra-indicada para hipertensos, cardiopatas, pacientes com história de AVC e doenças psiquiátricas. Tem venda controlada por ter ação sob sistema nervoso central.

Nunca use nenhum tipo de medicação para emagrecer antes de consultar o seu médico. Eles podem ter efeitos colaterais desastrosos se não tiverem indicação adequada e se os pacientes não estiverem informados. No entanto, quando bem indicados, podem ser importantes aliados no processo de emagrecimento.

Sua saúde é seu maior patrimônio. Faça sua parte!

O Centro Terapêutico Akta Liv dispõe de uma equipe que conta com Endocrinologistas, Nutricionistas e Terapeutas Comportamentais aptos a auxiliarem o paciente no processo de emagrecimento e perda de gordura corporal.

 

Dra Izadora Ribeiro

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 137.168

 

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Método de Emagrecimento Akta Liv

Emagrecimento Rápido

Dieta Individualizada para Metabolismo

Novas Tecnologias em Diabetes

O Diabetes é uma doença crônica que, se não tratada correta e continuamente, causa sérias complicações a pequeno, médio e longo prazo, que podem reduzir a qualidade e expectativa de vida do paciente. Novas descobertas tecnológicas são importantes para garantir mais conforto e segurança no tratamento dos diabéticos. Aqui descreverei algumas novidades:

 

Insulina Inalatória:

Recentemente lançada no mercado Norte Americano e Europeu, a insulina inalável Afrezza tem ação ultra-rápida atingindo pico em 15 minutos. Por isso deve ser inalada antes das refeições, substituindo as insulinas ultra-rápidas tradicionais. Tem a vantagem de ser indolor por dispensar a agulha, mas é contra-indicada em portadores de doenças pulmonares como a doença pulmonar obstrutiva crônica e tabagistas. A desvantagem é a posologia, que nào permite o uso de doses muito pequenas, com as insulinas ultra-rápidas tradicionais. Aguardando ansiosamente sua chegada no Brasil.

 

Medicação para Diabetes meliitus tipo II (DM2) de uso semanal

Foi lançado esse ano também, o primeiro análogo de GLP-1 injetável de uso semanal no Brasil: a dulaglutida (nome comercial: Trulicity). Essa classe de medicação já existia há algum tempo no Brasil com os de uso diário subcutâneo (injetável), tais como o Victoza (Liraglutida), Byeta (Exenatida) e Lyxumia (Lixenatida) e é bastante potente para controle do Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2) com a vantagem do baixo risco de hipoglicemias. O atrativo da dulaglutida  é a administração semanal (1x por semana), além da agulha ser acoplada à caneta tornando-a “invisível aos olhos”, ajudando assim quem tem medo de agulhas e melhorando a adesão ao tratamento. Já existente com os outros análogos de GLP-1, o estudo de segurança cardiovascular da dulaglutida está previsto para 2018.

 

Monitor de glicemia sem agulhas

Para confortar principalmente os diabéticos insulino-dependentes, que necessitam monitorar frequentemente a glicemia com a tradicional “furadinha na ponta do dedo”, chegou ao Brasil neste ano o FreeStyle Libre. Além de medir a glicemia, ele traz um relatório das glicemias permitindo um melhor ajuste nas doses e horários das medicações e insulina. O laboratório ABBOTT desenvolveu um sensor pequeno (tamanho de moeda de 1 real), que se aplica na parte superior do braço pelo próprio paciente, medindo a glicemia de forma contínua, armazenando os dados dia e noite. Um leitor pequeno captura as informações scaneando em cerca de 1 segundo e mostra o valor da glicemia. É resistente a agua e deve ser trocado a cada 14 dias.

 

Novas bombas de insulina

As bombas de insulina já existem e são o tratamento mais moderno do diabetes mellitus tipo I (DM1). A novidade são os novos dispositivos, que além de serem acoplados ao sensor de monitorização contínua da glicemia, suspendem automaticamente a administração de insulina quando os níveis de glicose chegam a níveis muito baixos e perigosos, retomando a infusão quando esses níveis voltam ao normal. O modelo que faz isso é o lançamento da Medtronic, MiniMed 630G.

 

Pâncreas Artificial

Em setembro de 2016, O FDA aprovou o primeiro “pâncreas artificial”- um sistema em que monitora a glicemia automaticamente e ajusta a dose de insulina basal. Esse sistema também é conhecido como “closed loop system”ou sistema em alça fechada, numa tradução livre. O primeiro modelo aprovado é o Medtronic Minimed 670G System. Ainda não está disponível no Brasil.

Aparelhos que administrem automaticamente insulina e glucagon de acordo com a glicemia em tempo real também estão em desenvolvimento.

O pâncreas artificial é um tratamento específico para pacientes com DM1.

 

Adesivo inteligente

Ainda em fase de testes, parece que será capaz de detectar o aumento nos níveis de glicose e secretar automaticamente as doses necessárias de insulina na corrente sanguínea. Ele contém microagulhas contendo insulina e enzimas sensíveis aos níveis de glicose. Seria extremamente cômodo aos pacientes um método assim, torcendo para que os testes em humanos também funcionem, já que foram testados apenas em camundongos.

 

* Texto baseado em sites dos fabricantes e notícias. Não há conflitos de interesse com as indústrias farmacêuticas citadas no texto.

* Fotos retiradas dos sites dos fabricantes.

 

Renata Gonçalves Campos

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 135.847

 

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Akta Liv Diabetes

Diabetes e Perda de Peso

Diabetes e Gestação

Diabetes e Pilates

Porque o Diabético com sobrepeso deve perder peso

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, mais de 80% das pessoas com diabetes tipo 2 estão com sobrepeso. Quando uma pessoa ganha peso, os níveis de gordura no organismo se elevam piorando a glicemia. A pressão arterial também pode aumentar. Estes fatores somados fazem a pessoa com obesidade apresentar maiores riscos de problemas cardíacos.

O estudo, chamado de Look AHEAD (do inglês, Action for Health in Diabetes, algo como “Ação Pela Saúde em Diabetes”) reuniu mais de 5000 pacientes com diabetes tipo 2 com sobrepeso ou obesidade. Eles foram divididos em dois grupos: o primeiro iniciava mudanças intensivas nos hábitos de vida (que incluía atividades físicas e perda de peso) e no outro os pacientes apenas recebiam orientações sobre dieta e atividade física. O estudo durou 9,6 anos. No grupo de mudanças intensivas de hábitos de vida, os pacientes perderam mais peso no primeiro ano e apresentaram redução dos níveis sanguíneos de diabetes, muitas vezes precisando reduzir medicamentos. Também houve melhora nos casos de apnéia do sono, depressão, mobilidade… Enfim, na qualidade de vida como um todo.

Logo, com a perda de peso o controle do diabetes fica mais fácil. E esse emagrecimento não precisa ser tão grande: com a perda de 5% do peso e realizando 150 minutos de exercício por semana já há melhora significativa do diabetes.

Há outros benefícios, como:

  • Reduzir a glicemia e a pressão arterial
  • Melhorar o nível das gorduras que circulam no sangue
  • Diminuir a tensão sobre quadril, joelhos, tornozelos e pés
  • Permitir que você se movimente e respire melhor.
  • Permitir que você obtenha mais energia

 

Adote outros bons hábitos!

DIETA

No paciente obeso com DM2, devemos diminuir o valor calórico diário em 15 a 30%, Isto por si só reduz a obesidade, a dislipidemia (presente em cerca de um terço dos diabéticos), a hipertensão arterial e leva ao aumento da sensibilidade à insulina e reduz a hiperglicemia, independente da perda de peso.

Devemos incentivar o consumo de alimentos ricos em fibras, as quais estão presentes nos legumes, raízes e tubérculos, pois retardam o esvaziamento gástrico, diminuindo a absorção intestinal de glicose e os níveis de LDL-colesterol, além de facilitar o trânsito intestinal. As proteínas de origem vegetal têm a vantagem de geralmente serem insaturadas e conterem muito menor teor de gordura do que a animal. O teor de gorduras deve ser menor do que 30% do total de calorias da dieta, evitando-se as gorduras saturadas, de procedência animal, além do óleo de coco e de dendê. Recomenda-se 10% de gordura poli-insaturada (óleo de soja, milho, arroz) e 10% de gordura mono-insaturada (óleo de oliva, canola, etc) e 10% ou menos de gordura saturada

EXERCÍCIOS FÍSICOS

O exercício melhora a sensibilidade à insulina, diminui a hiperinsulinemia, aumenta a captação muscular de glicose, melhora o perfil lipídico e a hipertensão arterial, além da sensação de bem-estar físico e psíquico decorrente. Também pode contribuir para a perda de peso.

Deve-se evitar a aplicação de insulina nos locais adjacentes aos principais músculos envolvidos, para evitar absorção mais rápida da insulina. Recomenda-se caminhadas pelo menos 3 a 4 vezes por semana durante 30 a 40 minutos. Os relatos na literatura sugerem que a prática de exercício físico induz uma diminuição dos níveis de triglicérides de 11 a 16%, do colesterol de 3 a 10% e aumento do HDL-colesterol em 3% (7).

No indivíduo com glicemia abaixo de 100 mg/dl, os exercícios físicos podem provocar hipoglicemia e, a depender do tipo e duração do exercício, recomenda-se um pequeno lanche rico em carboidrato antes de iniciá-lo. Já o diabético com níveis glicêmicos maiores do que 250 mg/dl com cetose ou maiores do que 300 mg/dl, deve evitar a atividade física enquanto a glicemia estiver tão elevada.

 

Dra Rejane Vaz Bezerra Cruz

Endocrinologista do Centro Terapêutico Akta Liv

CRM 128.411

 

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Pilates e Diabetes

Gestação e Diabetes

Dieta Cetogênica

Você conhece a importância do PILATES para o DIABÉTICO?

A atividade física é uma grande aliada do paciente com diabetes, mas vale ressaltar que é muito importante observar o tipo de exercício mais indicado e a intensidade adequada do mesmo.

O primeiro e indispensável passo é submeter o paciente a uma avaliação criteriosa, antes de iniciar qualquer atividade. Em geral, exercícios que promovam excessiva tensão são sempre evitados, uma vez que podem contribuir para aumentar o nível de açúcar no sangue.

O Pilates, em especial, trabalha com um repertório de exercícios leves (de baixo impacto) que não oferece desgaste físico ao praticante. Cada movimento realizado é totalmente personalizado para atender ao quadro de necessidades e limites do paciente.

VEJA OS PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DO PILATES AO PACIENTE COM DIABETES

  • Ajuda a melhorar a combustão da glicose, alterando a forma que o corpo reage a insulina
  • Promove uma melhora da circulação arterial e da função intestinal
  • Aumenta a resistência física e mental
  • Promove a reestruturação da postura, com aumento de flexibilidade e força muscular.
  • Melhora a coordenação motora
  • Alivia as tensões, estresse e dores crônicas
  • Estimula a circulação sanguinea
  • Facilita a concentração e respiração

Lembrando que além dos exercícios (supervisionados), o paciente com diabetes deve seguir rigorosamente a dieta orientada pelo especialista e as demais recomendações médicas para o seu quadro.

O Centro Terapêutico Akta Liv conta com Fisioterapeutas habilitados a orientar o diabético na prática de Pilates. Além disso, também dispõe de Endocrinologistas, Nutricionistas e Terapeutas Comportamentais aptos a dar uma assistência multidisciplinar para melhor controle do diabetes.

 

Dra Suehellen Anne Milhomen

Fisioterapeuta do Centro Terapêutico Akta Liv

CREFITO 3/173207 – F

 

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Diabetes e Gestação

 

Diabetes e Gestação

A gestação é um período da vida da mulher em que ocorrem diversas alterações hormonais. Entre elas, há um aumento da resistência a insulina promovida pela placenta, que pode acarretar piora do controle da glicemia em mulheres que já tenham o diagnóstico de diabetes mellitus (DM) ou um quadro específico da gravidez, conhecido como diabetes gestacional.

Importância do controle glicêmico antes da concepção

Mulheres com diabetes mellitus precisam ter um controle glicêmico rigoroso antes de engravidarem com o objetivo de reduzirem complicações tanto maternas quanto fetais. O bom controle glicêmico pré-gestacional reduz o risco de mal formações fetais e abortos, além de diminuir o risco de progressão de retinopatia e nefropatia maternas durante a gestação.

Importância do controle da glicemia na gestação

Quando a glicemia é bem controlada durante a gestação, há menor risco de macrossomia fetal, que é um bebê muito grande. Quando um bebê é muito grande, há maior risco de dificuldades durante o parto normal, necessidade de cesárea e que o bebê apresente hipoglicemia (açúcar baixo no sangue) nos primeiros dias de vida, icterícia prolongada e desconforto respiratório.

Diabetes gestacional

O diabetes gestacional é o aumento da glicemia durante a gestação em mulheres que não apresentavam diagnóstico prévio de diabetes mellitus. O rastreamento deve ser realizado na primeira consulta de pré natal com a coleta de glicemia de jejum. Caso esta esteja dentro da normalidade, um novo rastreamento deve ser realizado entre 24ª-28ª semanas com um teste oral de tolerância a glicose.

A maioria das mulheres com diabetes gestacional consegue controlar a glicemia através de orientação nutricional e atividade física. Quando essas medidas são insuficientes, é necessária a introdução de insulina, cujo uso é seguro durante a gestação.

Diabetes Mellitus pré-gestacional

Pacientes com diabetes mellitus necessitam de uma orientação nutricional para auxiliar no controle glicêmico durante a gestação, no entanto também será necessária a introdução ou o ajuste das doses de insulina para que se alcancem os valores glicêmicos considerados adequados durante a gravidez.

Resultado do bom controle glicêmico na gestação

É importante frisar que com o controle glicêmico correto, a maioria das gestações com diabetes transcorrerá tranquilamente e com bebês saudáveis.

Cuidados quanto a glicemia pós gestação

As mulheres que desenvolveram diabetes gestacional precisarão repetir o teste oral de tolerância a glicose em torno de 6 semanas do pós-parto, para avaliar a presença e/ou risco aumentado para o desenvolvimento de diabetes mellitus.

As pacientes com diabetes mellitus também precisarão de seguimento após a gestação para ajuste das doses de insulina e/ou reintrodução de medicamentos antidiabéticos orais.

 

Dra Luana Casari da Silva Lima

CRM 122.397

Endocrinologista do Centro Terapêutico AKTA Liv

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